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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O JULGAMENTO DA HISTÓRIA

Guilherme Boulos publicou hoje um artigo brilhante. Leitura indispensável!

O JULGAMENTO DA HISTÓRIA

O Senado inicia nesta quinta (25) o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Não será a primeira vez na história brasileira que se trama a deposição de um presidente sem qualquer fundamento constitucional. Em 1954 com Getúlio, em 64 com Jango e agora com Dilma. Processos distintos, é verdade, mas que contaram todos eles com uma "tríplice aliança", formada pelo engajamento do empresariado, a parcialidade da imprensa e a covardia do Congresso.

Em 22 de agosto de 1954, os militares liderados pelo brigadeiro Eduardo Gomes, candidato derrotado por Getúlio nas eleições de 50, lançaram um manifesto exigindo a renúncia do presidente e ameaçando apelar às armas. As condições para isso foram criadas ostensivamente pelos jornais de Carlos Lacerda, alimentando factoides contra o presidente e envenenando a opinião pública. No Congresso, os deputados endossaram os militares e clamavam pela renúncia presidencial, alegando que Getúlio não tinha mais "condições de governar". Deram a senha para o apoio ao golpe.

As brilhantes páginas de Lira Neto mostram como, dia após dia, a farsa foi sendo montada, com um bombardeio de acusações levianas, que iam de corrupção a homicídio, isolando Vargas e minando seu apoio social. Mostram também o papel da "República do Galeão", um poder acima dos poderes e que tomou o presidente como alvo, tal qual sua herdeira "República de Curitiba".

Mas a ausência de qualquer evidência contra ele se expressou de modo cabal na rejeição de um impeachment pela própria Câmara por "absoluta falta de fundamentação jurídica". Mesmo com uma base legislativa já desorganizada, Getúlio venceu por 136 votos a 35. O Congresso da época, embora covarde, não chegava aos níveis atuais de delinquência. Porém, o suicídio de Getúlio, com o consequente clamor popular, adiou os planos golpistas por uma década.

Em 1964, as mesmas forças voltaram-se contra João Goulart. Novamente, o movimento foi operado nas casernas e com participação decisiva da "tríplice aliança". O disparador foi o histórico Comício da Central da Brasil, em 13 de março, onde o presidente anunciou profundas reformas populares. A reação foi rápida. A oligarquia paulista e os grandes jornais insuflaram os ânimos contra a "ameaça comunista", organizando dias depois a famigerada Marcha da Família com Deus, que levou uma multidão às ruas contra Jango.

O golpe foi dado na sugestiva data de 1 de abril. E saudado no dia seguinte pela imprensa e pelo Congresso. Manchete de "O Globo": "Fugiu Goulart e a democracia está sendo restaurada". O "Estadão", como sempre, foi além: "Vitorioso o movimento democrático". Essa foi a tônica do conjunto da imprensa brasileira.

No Congresso, o senador Auro de Moura Andrade não esperou nem os tanques esfriarem para declarar vaga a Presidência da República, mesmo com Jango em território nacional. A legitimação do golpe pelo Legislativo foi completada pelo deputado Ranieri Mazzilli, que apoiou o Ato Institucional 1, passando o poder ao general Castello Branco e dando ares constitucionais à ditadura que se iniciava.

O Congresso brasileiro, portanto, tem a tradição de apoiar golpes. Os pretextos foram mudando de nome com o tempo: em 54 era o "mar de lama" ou a rua Tonelero; em 64 era o risco da "república sindicalista"; hoje se chama "pedalada fiscal". Ninguém acredita muito neles, no fundo todos sabem que as razões são de outra ordem, mas afinal é da natureza dos golpes que não se assumam como tal.

As verdadeiras razões estão quase sempre ligadas a interesses econômicos. Em 54, tratava-se de interromper o "populismo" varguista, que havia acabado de dobrar o valor do salário mínimo e nacionalizado o petróleo com a criação da Petrobras. Em 64, a questão era barrar as reformas propostas por Jango, que até hoje continuam pendentes e necessárias.

Em 2016, apesar da maior complexidade do jogo, a mão invisível também se faz valer. Apesar das sucessivas concessões feitas por Dilma após as últimas eleições, apostando que teria governabilidade com a aplicação do programa adversário, a fome do empresariado e da banca era maior. A demanda é por um programa de espoliação de direitos que fará o ajuste de 2015 parecer keynesiano.

O programa de Michel Temer é desmontar a CLT, a previdência e liquidar os investimentos sociais. O que está em questão é desfazer de uma só vez o pacto da Constituição de 88 - com sua rede de proteção social - e o pacto lulista de 2003, que inclui a agenda de programas sociais e de investimento público. Um projeto como esse jamais passaria pelo crivo das urnas. Só pode tornar-se realidade pela via golpista.

Por todas essas razões, históricas e atuais, o julgamento que se inicia hoje tem cartas marcadas. É difícil crer em outro resultado que não a cassação do mandato da presidenta Dilma, por mais irrisório que seja o pretexto das pedaladas fiscais.

É importante contudo irmos além da visão de curto prazo. Uma coisa é o julgamento político do Senado, que atende a um clamor induzido, a interesses de ocasião e até mesmo a negociatas. Outra coisa é o julgamento que será feito pela história. Neste, quanto mais evidente a farsa, maiores as chances de Dilma ser absolvida e de seus "juízes" de agora serem os condenados de amanhã.

Afinal, Getúlio é tido hoje como um dos maiores líderes políticos de nossa história. E Lacerda não é nada mais que um golpista abjeto. Jango é lembrado pelo compromisso com o povo, expresso nas reformas de base. Já os militares que o golpearam estão marcados eternamente como responsáveis por um dos períodos mais sombrio da história brasileira.

O julgamento histórico é implacável, seu tribunal não admite negociatas. Aos senadores que votarem pelo golpe, prováveis vitoriosos de hoje, lhes restará o repúdio das gerações futuras e um lugar cativo na lata do lixo da história.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Gobierno colombiano y las FARC firman acuerdo de paz


25 DE AGOSTO DE 2016
TITULARES
H3farcpeace
En Colombia, funcionarios del Gobierno y rebeldes de las FARC firmaron un histórico acuerdo de paz durante una ceremonia celebrada el miércoles en La Habana, Cuba. La firma del acuerdo es el último paso de la iniciativa para poner fin a uno de los conflictos más largos del mundo. El conflicto comenzó en 1964 y se ha cobrado alrededor de 220.000 vidas. Además, se cree que más de cinco millones de personas han sido desplazadas. El negociador de paz de las FARC Iván Márquez habló el miércoles en La Habana y celebró el histórico acuerdo.
Iván Márquez declaró: “Creo que hemos ganado la más hermosa de todas las batallas, la de la paz en Colombia. Hemos cerrado en el día de hoy en La Habana, Cuba, el acuerdo de paz más anhelado de Colombia: tierra, democracia, víctimas, política sin armas e implementación de acuerdos con veeduría internacional son, entre otros, los elementos de un acuerdo que tendrá que ser convertido, más temprano que tarde, por el constituyente primario en norma pétrea que garantice el futuro de dignidad para todos y todas”.
 http://www.democracynow.org/es/2016/8/25/titulares/colombian_government_farc_rebels_sign_peace_accords

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Medalhista Brasileiro: "A gente começou com um programa do governo federal...'

 


Em entrevista ao JN, medalhistas atribuem sucesso a programa de Lula




Na edição do Jornal Nacional, a apresentadora Renata Vasconcellos quis saber como dois atletas, Isaías Queiroz, nascido em Ubaitaba (BA), e Erlon Silva, de Ubatã (BA), começaram a praticar um esporte tão pouco conhecido, a canoagem, mesmo longe dos centros mais desenvolvidos do país.

A resposta foi um tapa com luva de pelica. "A gente começou com um programa do governo federal, o Segundo Tempo, que tinha vôlei, futebol e canoagem. Como eu gostava de água, fui para a canoagem", disse Erlon. "Mesma coisa, foi no Segundo Tempo, um programa do governo federal e do Ministério do Esporte", disse Isaquias, o maior medalhista brasileiro em todos os tempos.

O Segundo Tempo foi lançado pelo governo Lula em abril de 2003, quando ele tinha apenas quatro meses de mandato, como um instrumento de inclusão social. Naquele momento, o Brasil nem sonhava em sediar as Olimpíadas – direito conquistado apenas em 2009.

Em 2003, quando o Segundo Tempo começou, Erlon tinha apenas 12 anos. Isaquias, por sua vez, tinha apenas 9. Nenhum dois dois poderia imaginar que chegaria tão longe. 


Fonte: Brasil 247


domingo, 21 de agosto de 2016

Sem Terra acampam por quatro dias em Vitória- ES

Sem Terra em sua II Jornada Campo e Cidade, acampam por quatro dias em Vitória ES
Os manifestantes permaneceram em Vitória por quatro com as mesmas reivindicações, pois e resposta alguma por parte do Governo estadual.


A II Jornada Campo e Cidade ficaram acampadas do dia 15 até o dia 18 reivindicado a politica agrícola e ambiental, medidas estruturantes, política agrária e direitos sociais.
Participam da Jornada 14 organizações, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Federação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores/as Familiares do Estado do Espírito Santo (FETAES/STRs), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Associação de Pequenos Produtores Rurais do Estado do Espírito Santo (ASPEPRO), Comissão Pastoral da Terra  (CPT), Associação de Programa de Agricultura Alternativa (APTA), Comissão Quilombola, Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (CONIC), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Regional das Associação. dos centros de formação em alternância do Espírito Santo  (RACEFFAES), Associações de Pequenos Agricultores e  Cooperativa da Agricultura Familiar de Vila Pavão (CAF).
Diones Albani, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) disse "a jornada de luta é muito importante, pois é um momento de reafirmação da luta por políticas públicas adequadas para a agricultura familiar e camponesa". E #ForaTemer


Imagem Jornal Século Diario

A política agrícola e ambiental:
plano de política emergencial, com a Intervenção do Governo do Estado para resolver definitivamente o endividamento dos agricultores familiares/camponeses atingidos pela maior crise hídrica do Espírito santo, com a anistia de todas as parcelas (custeio e investimento) vencidas e vincendas até 31 de dezembro de 2017, incluindo as operações prorrogadas e quitadas em 2015/2016 e refinanciamento das atividades pela seca nos financiamentos agrícolas concedidos nos últimos dois anos;
Crédito emergencial não reembolsável por família, incluindo os jovens, no valor de R$ 5.000,00 por agricultor/a concretizando o auto sustento familiar e comércio local e a garantia da aplicação do FUNSAF;

Medidas estruturantes reivindicadas são a construção de barragens de pequeno porte, que beneficiará os agricultores, famílias, assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas;

- Construção de pequenas barragens a benefício dos agricultores famílias, assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas;
- Programa massivo de recuperação ambiental (Ex. Programa Reflorestar) beneficiando agricultores/as familiares/camponeses;
- Garantia de ATES e ATER pública, gratuita e de qualidade de forma continuada para aos agricultores familiares/camponeses e comunidades tradicionais;
Política agrária
- Reivindicação de política pública estadual de eforma agrária – assentamento de famílias acampadas,
Garantia da continuidade e expansão da habitação rural, com atendimento imediato das demandas apresentadas – PNHR;

Direitos sociais:
- Que o governo estadual garanta continuidade e fortalecimento da educação do campo obedecendo a realidade das comunidades rurais.
- Não fechamento de nenhuma escola no meio rural.

 Participamos das duas Jornadas Campo e Cidade e entendemos a importância da integração do campo e a cidade, pois a sobrevivência de quem mora na cidade depende da produção dos alimentos oriundos do campo.
Ana Paula Perciano  é Diretora de Relações Internacionais da UNA- ES e Diretora de mídias sociais da Calles.

O PORQUE DO IMPEACHEMENT E ROUBO DO PRÉ-SAL






Se você cidadão quer saber por que está ocorrendo a atual crise política nacional e as razões pelas quais esta oposiçãozinha barata é de de paus-mandados, você tem que saber de mais coisas. Você tem que saber que a turma que sempre entregou o país aos abutres, para não parecer tão óbvio, teve que encomendar um Processo de Impeachement por R$ 45 mil a fim de parecer que era tudo uma questão de corrupção interna.

*Marcos Rebello
Teve que fazer parecer que Dilma estava administrando tudo errado e que a questão eram as contas domésticas! Na verdade não é nada disso!
A verdade é que o pedido de Impeachement é uma farsa para distrair as atenções da sociedade, colocar o traidor interino para criar uma cortina de fumaça e encobrir tres coisas: roubar o Pré-sal, retirar o Brasil do BRICS instalando um governo anti-Lula e transferir para as matrizes bancárias no exterior os valores criados pelos trabalhadores!
Afinal, você já sabe que a caça às bruxas é só contra o PT. Mas precisa saber que a razão disso não é porque dizem que Lula tem apartamento triplex e anda de pedalinho no sítio de um amigo. Antes fosse, para acabar logo com essa chacrinha. Mas três juízes além do Supremo não conseguem encontrar provas contra o cara.
Isso porque as provas da crise política estão no exterior, na crise financeira dos EUA, no beco sem saída em que se encontram os 8 bancos que controlam a economia norteamericana e a impossibilidade do FED (banco central) de aumentar a taxa de juros que está a 0,5% ao ano e todos reclamam que não podem viver sem ganhar com juros a zero ou negativo no resto do mundo. Então de repente você repara que por isso no paraíso hedonista está a 14,25%!
O FED simplesmente não tem como aumentar a taxa de juro para inflar suficientemente o mercado e fazer crescer a economia como deve ser. E também não pode mais imprimir dólares à vontade como fazia por 7 anos consecutivos criando valores do nada. Agora eles precisam de VALORES REAIS e não existe nada dando sopa.
Eles precisam de valores reais para dar lastro aos dólares que criaram e aos que ainda tem que criar para que a economia deles pegue no tranco e impeça uma crise maior dentro da outra! Alem disso são os petrodólares que têm que continuar sendo moeda de troca internacional em vez do Yuan chines que está inundando o mercado e tomando o lugar do dólar!
Bateu desespero faz tempo!
A ratarada toda já pulou do barco e só restam os Hedge Fund Managers e os Presidentes dos 8 bancos aos quais a própria Hilary já avisou que vai dar um fim na festa! Duvido! Ela não tem culhões porque come nas mãos dos bancos e das transnacionais!
Então você pergunta: mas como o nosso Congresso fica sentado nas mãos sobre a situação política e sobre o Impeachement?
Muito simples.
Aquela camarazinha em Brasília está comprada, como a maioria dos Senadores estão comprados para decidir o voto de impeachement da Dilma em final de agosto depois das Olimpíadas!

Repare.


Qual é o valor de mercado do poço Carcará do Pré-sal vendido semana passada e por quanto Serra/Temer o venderam? Valor: R$ 22 bilhões sem contar que o poço pode ser muito maior em petróleo. Venda: R$ 8,5 bilhões com o preço do barril abaixo de US$50,00. Digamos então o seguinte, que desta diferença de R$ 11,5 bilhões pegassem apenas 10% (R$ 1,15 bilhão) para dividir entre, digamos 500 deputados (dos 513) e 60 senadores (dos 81). Cada um ficaria com R$ 2 053 571,00. Isso se fosse apenas 10% e todos ganhassem a mesma quantia. Acontece que naquele congressinho de merda tem os graúdos e os fichinhas, então uns ganhariam mais que outros. Repare agora num detalhe. Sabendo que o Impeachement depende de apenas 57 Senadores votarem a favor, divida aquela bolada que na verdade é um pingo no balde que eles estão de olho, entre, digamos, 60 Senadores para uma margem segura de 3 Senadores para garantir o Impeachement. Daria quase R$ 20 milhões limpos para cada um. Alguém acha que iriam se importar com Dilma ou o futuro do país? Adicione mais essa. Aquela quantia foi da venda de só um poço e tem uma quantidade deles na fila!
Deu pra perceber?
Mas tem mais ...
Imagine a privatização da Petrobras, BNDES, Caixa e Banco do Brasil. Essa elitezinha de merda ficaria eternamente no poder servindo de paus-mandados transferindo tudo para as matrizes no exterior! Não ia sobrar nada! Quer a prova disso? Repare no que já foi alterado nas Leis Trabalhistas: o Negociado sobre o Legislado, terceirização da mão de obra, aumento da idade de aposentadoria, fim do 13 salário, e férias remuneradas. A saúde ainda mais sucateada sem verbas e os cortes na educação em geral. ProUni e Bolsas no exterior eliminadas. Isso é só o começo! Agora insira esta bobagem na garantia que o Impeachement daría a estes gatunos ficarem no governo durante sucessivas administrações fazendo mais dinheiro, administrando para gente rica na geopolítica ocidental comandada por Washington! Imagine como se sentem alguns deles (não todos, porque a maioria são umas bestas) em saber que estão salvando Wall Street e a União Européia retirando o Brasil do BRICS e submetendo-o novamente às conexões do cartel financeiro internacional. Este mesmo cartel que desde a Independência vem (sugando é palavra feia) administrando as finanças e a economia brasileira manipulando uma elitezinha sambada que se sente a flanela limpando as pérolas da rainha, o capacho retirando o pó da sola dos sapatos republicanos! Não é algo digno de sorriso colgate na boca de #filhodaputa?!
Pois é. Esta é a gente que governa o Brasil! Aquela manada de salafrários no Ministério Temer e no Congresso!
Dá para entender agora porque teve gente que pegou em armas e foi para a clandestinidade?
Hoje eu acredito em bala perdida!
.*Marcos Rebello - Consultor politico/econômico