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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Em carta aberta aos petroleiros, FUP critica intransigência da Petrobrás nas negociações




[Foto: Diego Villamarin] A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou
 nesta quarta-feira, 07, uma carta aberta aos trabalhadores da Petrobrás e su...
WWW.FUP.ORG.BR



Em carta aberta aos petroleiros , FUP critica intransigência da Petrobrás nas negociações
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou nesta quarta-feira, 07, uma carta aberta aos trabalhadores da Petrobrás e subsidiárias, onde critica a intransigência dos gestores, que, desde junho, negam-se a discutir as propostas da categoria para que a estatal mantenha-se como uma empresa integrada de energia, preservando investimentos, postos de trabalho, conquistas e direitos dos trabalhadores.
Veja a íntegra do documento:
Desde junho deste ano, a FUP vem apresentando propostas alternativas ao Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás para o período 2015-2019.Nossas reivindicaçõesforam apresentadas ao Conselho de Administração em 23 de junho de 2015 pelo representante dos trabalhadores, Deyvid Bacelar.
Posteriormente, por deliberação da Plenária Nacional da FUP, e das assembleias de trabalhadores, nossas reivindicações foram consolidadas na Pauta pelo Brasil e formalmente apresentada à empresa em 7 de julho de 2015. Em mais de uma ocasião, desde então, prestamos esclarecimentos sobre as nossas reivindicações, sem que a Petrobrás manifestasse a mais tênue vontade de negociar.
A Pauta pelo Brasil é vital para os trabalhadores porque o atual PNG implica em desemprego, em perda de direitos e em precarização das condições de trabalho, aumentando significativamente os riscos de acidentes, adoecimentos, mutilações e mortes.São nossas vidas, portanto, que estão em jogo.
Ainda assim, a Petrobrás age como se nada acontecesse e recusa-nos o Direito Humano Fundamental da Negociação Coletiva de Trabalho.Recusa parcial, além de descabida, pois com os bancos a empresa negociou e modificou o PNG. Para pior!
Enquanto assim procede, a Petrobrás ainda tenta forçar os trabalhadores a negociar o Acordo Coletivo de Trabalho, como se fosse possível ignorarmos as restrições de direitos, mudanças de regime punitivas e demais autoritarismos realizados pela empresa para impor seu Plano.
Chamamos os companheiros, portanto, à reflexão. Pedimos a leitura comparativa dos dois documentos abaixo:
Nosso convite à negociação A respectiva negativa patronal
Leiam criteriosamente e respondam, por favor:
a) Qual dos lados alega querer negociar, mas se recusa a discutir a pauta de reivindicações apresentada pelos trabalhadores, aprovada em Plenária Nacional e em assembleias?
b) Quem configurou uma "mesa de negociações" com gerentes de terceira linha, destituídos de poderes para decidir, caracterizando assim a inutilidade dos entendimentos?
c) Qual dos lados pretende falsamente "negociar" e convida o outro para uma sala de 2m x 2m?
d) Qual dos lados quer negociar segregando as demais empresas do Sistema Petrobrás, coisa nunca antes feita, numa clara demonstração de ruptura com o modelo de empresa integrada, característico da indústria mundial do petróleo?
e) Qual dos lados "quer negociar" rebaixando direitos?
Enfim, que cada trabalhador, próprio e terceirizado,da Petrobrás, das subsidiárias e da Fafen-PR responda: quem é o intransigente, afinal?
Rio de Janeiro, 07 de outubro de 2015
Direção Colegiada da Federação Única dos Petroleiros

Banco Central dos EUA: Os Homens que assaltam

 Marcos Rebello
O artigo abaixo descreve com precisão o modus operandi no
 NINHO DAS COBRAS que é a origem da crise global que
 ninguém no hemisfério ousa desafiar.
A única solução: um outro e definitivo colapso (que se aproxima).
Mas talvez haja uma saída: o novo acordo TPP - Trans Pacific Partnership. 
Através dele os EUA poderão continuar a sua campanha de pilhagem
 flexibilizando o tratado ampliando "zonas de livre comércio". 
Assim talvez consigam novamente trazer valores do exterior para 
equilibrar suas "finanças oficiais". Contudo, nada impede que as víboras 
no FED, Treasury, Bancos , SEC e Wall Street continuem suas tramas diabólicas.
E o Brasil? Aguentaria a pressão? Conseguiria permanecer no
 BRICS e livrar-se de voltar a ser o servo fiel? Está por um triz! 
Eles exigem a Petrobras e o desmantelamento da Eletro nuclear, 
as duas matrizes energéticas do país. Esta é a verdadeira crise no Brasil!
Para pedalar a crise temos Serra, Aécio, FHC, Aloysio Nunes, 
Ronaldo Caiado, Agripino Maia, Beto Richa, Joaquim Barbosa,
 Eduardo Cunha, etc.
Haja coragem para impedir estes monstros de derrubar o Brasil!
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 Tradução
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Banco Central dos EUA: Os Homens que assaltam 

Hoje, se os cidadãos de todo o mundo votassem, a maioria escolheria o dinheiro como o artigo de maior escassez. Não pense que muitos americanos iriam discutir os resultados desta votação. Na economia global de hoje, com o capital posto em fuga para ultramar no mais leve pressentimento de pastos mais verdes, como poderia qualquer individuo dos mais ordinários da classe trabalhadora discutir o contrário? 

Cada vez mais no mundo inteiro pessoas normais estão sendo roubadas das suas poupanças; em muitos casos suas poupanças para aposentadoria foram confiscados pelo estado e pelos seus ávidos cúmplices: os grandes bancos. Recentemente o Chipre é o principal exemplo. Os bandidos nem sequer foram mascarados; não levaram pistolas tampouco, pois não precisou. 

Isto é porque em pleno dia os bandidos, vestidos em ternos Armani, fizeram o grande assalto da Europa (ou como ficou chamado: securitização dos excedentes dos fundos de poupança), detrás do conforto de suas mesas de madeira nobre. Tomando lattés e apertando um mouse, os contadores começaram a escamotear; passaram a tirar o creme da parte superior das contas dos clientes que foram então 'creditadas' ao capital do banco (para a proteção de todos). Aquelas transações continuaram tão fácilmente quanto tirar doces da boca de bebês. Do outro lado do Atlântico a mesma confiscação do dinheiro das pessoas acontece diáriamente. 

Entretanto, há uma diferença no modus operandi: os estados tomam partido dos autores que usam de meios secretos; mas o roubo é totalmente legal. Sob a coberta do sistema fracionário de reserva do Federal Reserve dos EUA os bancos membros 'transferem' o volume de dólares, ganhos a duras penas pelos americanos, para ser 'depositado' no Banco Central. Uma vez depositado, os banqueiros, revestidos de Teflon, estão na total liberdade sobre o que podem fazer (jogar) com os depósitos dos clientes. Em linguagem comum isto significa luz verde. E corre solto! Sómente os espertos bem conectados podem aplicar para empréstimos. Mama Mia! É só safadeza! É melhor do que aquele trabalho que fizeram no Chipre! Mas aquilo foi ontem. Foi café pequeno! Há muito mais no que fazem agora. Recentemente o volume e a escala da apropriação fraudulenta do Banco Central norteamericano ascendeu ao cosmos. 

Deixe-me explicar por que. Pense no banco central dos E.U., o Federal Reserve, como o quarto poder da república. Ao contrário dos outros três, do legislativo, do executivo e do judiciário que estão em dívida com a ele, o banco central é o domínio exclusivo da legião da quinta coluna da América . 'Os acionistas estrangeiros' estão no comando: Cheiques árabes, britânicos, alemães e uma combinação das derivativas dos Rothschilds franceses. Com seu fantoche no lugar como Fed Chairman (Presidente do Banco Central), os acionistas puxam as cordas do marionete e o usam para colher lucros enormes. Apezar disso, os que defendem a proposta da existencia do Fed operam na vista do público com argumentos convincentes, e os sete Governadores regionais do FED têm duas alavancas úteis à sua disposição: em primeiro lugar e principalmente, a Interest Rate Policy (a Política de Taxa de Juro) é uma ferramenta eficaz para controlar reservas de operação bancária para o abastecimento monetário M1/M2 e, assim, a liquidez.

Por extensão, o FED usa da IRP para 'conter' a inflação, insidiosa ou de outra maneira. Encontrando-se a cada trimestre os reguladores reveem suas operações de FOC (Federal Open Market Committee - comitê federal de mercado livre) por meio do qual, caso necessário, 'intervêm' nos mercados de ações comprando ou vendendo Treasuries - Títulos do Tesouro - para manter seus comparsas com líquidez. Mas essa encenação é coisa do século passado. Os tempos mudaram. No novo milênio, entre os bancos de investimento de alta rolagem e corretores de valores os mais grandes na conversão de títulos, artimanhas ultrapassadas e suspeitas como o uso do medo, da avidez e da avareza agora acelerou para aumentar a velocidade. Se você acredita, como eu, na polêmica de eruditos econômicos como David Stockman e Paul Craig Roberts, ambos que tiveram cargos chave na Administração Reagan, você saberia que o Fed de hoje transformou-se em uma Medusa macabra. O Fed está fora de controle; inveterado; faltando com a transparência; responsável somente a seus acionistas. 

A nova alavanca financeira QE (Quantitative Easing, dinheiro barato, impresso fresco e fácil) está em sua quarta estação em torno das C-séries. Os primos do insucesso Twiddle Dee e Twiddle Dum ou as dosagens ZIRP e NIRP (políticas de taxa de juro zero e negativas) foram distribuídas para violar e pilhar as contas dos depositantes a um grau que fizesse até os Barões Ladrões dos anos 1920 corar. Além disso, a estatística de crescimento da cadeia de suprimento dos E.U. não mostra nenhum sinal de alta inflacionária, nem mesmo no núcleo; nenhuma mudança qualquer. Isto significa nenhum superaquecimento da economia dos E.U.! Aumentar taxas de juro não é uma opção; não se o Fed quiser ver sua borbulhante economia continuar! Stockman e Roberts concordam. 

Seus sisudos avisos econômicos são uma clara chamada a qualquer um que tenha ouvidos. A acrobacia acabou. A folha de balanço do Fed, carregada de inchados Títulos do Tesouro, e as ações infladas em uma bolha no mercado, fizeram um círculo completo. Toda aquela sondagem dos QEs nos mercados, combinados com aquela conspiração liberal keynesiana do estado para salvar os bancos "too big to fail", não rendeu nada de positivo para as poupanças dos norteamericanos; aqueles continuam a contratar, os trabalhadores não podem encontrar trabalhos reais.

Quando os CEOs das grandes empresas comem ostras no jantar pagos com bônus além dos seus grandes salários, após terem melhorado as relações P/E das firmas (Price per Earnings - preço das ações dividido pela arrecadação) com o dinheiro fácil e grátis usado para esquemas de resgate das suas ações nas cias ficando hiper ricos, quando a maioria da classe média dos americanos são esquecidos para se salvarem como podem, completamente perdidos sobre como alimentar suas famílias das prateleiras vazias dos negócios em falência na Main Street. 

Depois do 9-11, sucessivos presidentes do Fed depois de Allan Greenspan, Bernanke no meio e Janet Yellin hoje, não merecem nada mais que escárnio pelas suas manipulações caluniosas do suprimento monetário dos EUA; não há nenhuma defesa que possa mitigar a minha atual opinião deles: mentirosos de cara dura, mas que passam por suaves operadores; um antro de ladrões, tão inculcados na cultura política da América que mesmo uma auditoria independente de suas 'finanças' dificilmente obrigaria o Congresso cavar mais fundo. 

Se pressionados por cidadãos norteamericanos a pedir pela abolição do Fed, os legisladores atuariam? Duvido! Nós sabemos por que. Aquilo é uma fraude! Uma vergonha… 
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Today, if polled most if not all of the world's citizens would choose money as the item that was most in short supply. Don't think many Americans would argue with the poll results either. In today's global economy, how could...
ENGLISH.PRAVDA.RU

o “Manifesto à Nação”. Coalizão para a Reforma Política

 por  Namy Chequer.
Presidente da Camara de Vereadores de Vitória -ES ( PCdoB-ES)
Namy Chequer
Coalizão retoma luta pela reforma política democrática
A Coalizão pela Reforma Política Democrática, composta por 115 entidades da
 sociedade civil, pretende avançar no debate de aprimoramento do sistema político
 brasileiro. Para isso, lançou, em ato político realizado nesta terça-feira (6),
 na Câmara, em Brasília, o “Manifesto à Nação”.
Leia a matéria completa http://bit.ly/1jemdZx

DILMA DEVERIA RENUNCIAR IMEDIATAMENTE!

O governo Dilma sofreu derrota acachapante no Tribunal de Contas da União, por irresponsabilidade fiscal.

Certamente sofrerá outra no Tribunal Superior Eleitoral, por financiamento ilícito da campanha presidencial de 2014.

A probabilidade de impedir que o processo de impeachment seja aberto na Câmara Federal é remotíssima.

E a economia brasileira continuará indo de mal a pior enquanto os parlamentares estiverem decidindo o impedimento ou não da presidenta. Quantos deles se manterão fiéis a um governo moribundo, arriscando-se a receberem o troco do eleitorado na eleição seguinte? Há alguma dúvida quanto ao desfecho da chanchada?

Se Dilma insistir em rumar contra a corrente, apenas aumentará sua quota de desastres e vexames, dando aos adversários a oportunidade de comemorarem outros triunfos marcantes até a apoteose final. 

Deveria renunciar. Imediatamente. Pois, quanto mais tempo refugar, mais reforçará a impressão de haver sido chutada.

E a esquerda tem é de curvar-se à evidência do fato de que, depois de tantas lambanças cometidas, Dilma não tem mais salvação. Ela mesma pavimentou o caminho para seu defenestramento, principalmente ao evitar confrontos efetivos com o capitalismo mas pretender corrigi-lo em alguns detalhes, com pulos do gato que deram errado, acabando por colocar a economia em parafuso.

Depois, reelegendo-se quando a situação já era gravíssima, cometeu um erro pior ainda: acreditou que a volta à ortodoxia bastasse para fazer tudo entrar de novo nos eixos.

Mas, como já acontecera no Governo João Goulart, a guinada à direita não funcionou porque os endinheirados jamais confiariam nela plenamente e a esquerda passou a desconfiar dela por estar-se mancomunando com o grande capital. 

Perdeu o apoio dos únicos que poderiam dar-lhe uma mão forte nesta hora e não ganhou nada em troca. Como eu cansei de alertar, se não demitisse o Joaquim Levy, acabaria morrendo abraçada com ele. Podem encomendar dois caixões.

O impeachment, no entanto, não é nenhum fim do mundo. Caberá à esquerda fazer um profundo processo de autocrítica, reagrupar suas forças e travar novas batalhas, como estas:
  • favorecer a impugnação da chapa de 2014 como um todo, para que seja convocada nova eleição presidencial ao invés de a transição ser decidida num conchavão entre PMDB, PSDB e forças subalternas; 
  • posicionar-se frontalmente contra todas as iniciativas que visem equilibrar as contas públicas sangrando os trabalhadores, os pobres e os indefesos.
Pois, após o tsunami Dilma.2, a tendência óbvia é a de que o novo governo seja articulado pela direita. E dela só podemos esperar mais do mesmo neoliberalismo que Joaquim Levy tentou socar-nos goela adentro, com a única diferença de que provavelmente será vendido de forma mais hábil, por um economista de primeiro time, ao invés do pobre coitado que o Luís Carlos Trabuco induziu a Dilma a empossar.

Em suma, a luta continuará. Com a vantagem de que a esquerda vai poder reassumir sua verdadeira identidade, livrando-se do mico de defender o mandato de uma presidente com cuja política econômica jamais poderia compactuar.