Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas. Clique na imagem acima.

Seguidores

#naovaitergolpe

#naovaitergolpe
Acesse Frente Brasil Popular

sábado, 18 de outubro de 2014

A Política do òdio faz mais uma vítima


3 h · Editado · 
 




O mesmo risco que corre o pau corre o machado, esse povo pode começar uma guerra civil mexendo em nossa gente
EM SÃO PAULO É PERIGOSÍSSIMO SER PETISTA 

O ESTADO ESTÁ INFESTADO DE NEONAZISTAS DE EXTREMA-DIREITA APOIANDO AÉCIO NEVES...

Na última terça-feira, o blogueiro petista Ênio Barroso, que, por decorrência de uma doença degenerativa, é cadeirante, foi agredido por três homens. O motivo: a camisa vermelha e os adesivos que usava, em apoio à candidata Dilma Rousseff.

Os agressores desceram de um carro, e mandaram Ênio tirar sua camisa. Ao negar, tomou um tapa na cara, e quase foi derrubado de sua cadeira. “Não é porque você é um aleijado comunista que não mereça uma surra para te endireitar”, disseram.

"Terça-feira saí de casa para participar do “Churrascão da Gente Desinformada” na Praça Roosevelt a noite e vesti minha camisa vermelha, paramenteia-a de adesivos pró Dilma acompanhados da minha velha estrelinha de metal do PT que ostento com orgulho e de cabeça erguida desde Fevereiro de 1980, data da fundação do PT. [...] funcionários me levaram pela escada rolante e saí pela Rua do Arouche. Estava escuro e ermo como quase todo o centro de São Paulo nas noites de hoje. Nisso um carro (acho que era Pajero) encostou na calçada e seus ocupantes começaram a me xingar pedindo que eu tirasse a camisa."

Não é preciso dizer que a Opera se solidariza com Ênio e repudia a atitude extremamente covarde dos agressores.
 — 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pedro Porfírio : Agora, Dilma somos nós

Agora, Dilma somos nós
Pedro Porfíriohttp://tinyurl.com/o4btkfj


Com as campanhas sob censura a pedido de Aécio, cresce a importância dos multiplicadores pelas redes







 Estamos na semana mais importante da história do Brasil neste desafiador Século XXI.  
De olho muito mais no que poderá vir de um novo governo Dilma oxigenado pela inquietação das ruas, pelas exigências de mudanças que levaram milhões a aguerridos protestos, o sistema de dominação de classes e preservação da pirâmide social injusta está jogando toda a sua máquina mortífera para eleger um celerado forjado na estirpe do sangue azul da política: um "herdeiro" que fez sua fortuna à sombra do patrimonialismo, ao ponto de construir com dinheiro público aeroporto em fazenda da família, isso depois de fazer o percurso da improbidade mais imoral.


Aos 17 anos, enquanto surfava em Ipanema, onde tem residência lúdica, recebia salário da Câmara Federal como fantasma do gabinete do próprio pai, um deputado federal medíocre do partido do sim, senhor da ditadura. Aos 25 anos já ocupava por INDICAÇÃO POLÍTICA o cargo de di retor da Caixa Econômica Federal.
Ao longo de seu envolvimento com os podres poderes esse desequilibrado dado a atos insanos (e mais outros) foi o que restou ao sistema para assestar o mais pérfido golpe para trazer de volta os insaciáveis grupos cuja maior marca foi a de 8 anos de privatizações-doações, junto com o lixo da ditadura que não aceita qualquer menção aos seus crimes hediondos, com ocultação de cadáveres, isto é, o desmascaramento para a história de um regime que fez da violência institucional sua base de sustentação.  
Não se iluda: há milhões de moeda sonante envolvidos nessa operação de retrocesso, há mercenários capazes de tudo, há um jogo de manipulações da mentira, inclusive com divulgação de pesquisas destinadas a influir na decisão dos eleitores, há expedientes torpes, há de tudo, por que derrotar Dilma é uma obsessão estratégica do sistema internacional, como escancarou a revista britânica The Economist, bússola do sistema financeiro internacional.


Por fim, já no apagar da luzes, esse mesmo poderoso esquema aterrorizou o próprio TSE e o obrigou a engessar a campanha, com o que Dilma não pode falar sequer do público e notório, como a construção do aeroporto no terreno da família e a noite em que o "presidenciável" se recusou a soprar o bafômetro numa blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro, quando dirigia com carteira de motorista vencida.

Essa decisão sem precedentes foi objeto de um lúcido artigo de Jânio de Freitas na Folha de São Paulo:

"A partir de uma apelação de Aécio Neves, o Tribunal Superior Eleitoral tomou duas decisões que caracterizam censura à liberdade de informação jornalística e à liberdade pessoal de expressão, mesmo que para expor fatos. É no mínimo duvidoso que o TSE disponha de poderes para impor as duas medidas, que se incluiriam em atribuições do Congresso e, até onde se pode saber fora dos doutos tribunais, opõem-se a princípios da Constituição".

Com a propaganda eleitoral sob censura, só resta o "boca a boca" dos que não querem a volta ao império do sistema financeiro internacional, através do já brasileiro-norte-americano Armínio Fraga, um  dos mais fiéis serviçais do megaespeculador George Soros, cujo  Soros Investment Fund, passou a gerenciar em Nova York, depois de sua primeira passagem pelo Banco Central, ainda como diretor de assuntos internacionais do Banco Central. Foi de lá que foi catapultado para voltar ao BC em 1999, já como presidente e todo poderoso gestor da macroeconomia.

Lula: "Aécio mentiu no debate",


Brasil

Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Ex-presidente Lula foi enfático ao rebater as declarações do tucano.Ex-presidente Lula foi enfático ao rebater as declarações do tucano.

40
15 de outubro de 2014 - 12h33 










"Aécio mentiu no debate", rebate Lula em nota


O ex-presidente Lula rebateu nesta quarta-feira (15) a declaração do tucano Aécio Neves de que tenha feito convite para que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga permanecesse no cargo quando assumiu o governo em 2003.









A afirmação foi feita pelo candidato do PSDB na noite desta terça-feira (14) durante debate na TV Bandeirantes. "Nunca fiz esse convite", afirmou Lula em nota.

O economista Armínio Fraga ocupou a presidência do BC durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Esse ano foi anunciado como ministro da Fazenda em um eventual governo Aécio.

Leia a nota:


"Ontem, o candidato Aécio Neves mentiu no debate da TV Bandeirantes ao falar que eu teria convidado Armínio Fraga para permanecer no Banco Central após o término do governo Fernando Henrique Cardoso. Nunca fiz esse convite. É lamentável um candidato falsificar fatos históricos em um debate para a Presidência da República".

Luiz Inácio Lula da Silva 

Divanilton Pereira: Eleições presidenciais, venceremos

Divanilton Pereira: Eleições presidenciais, venceremos


O término do primeiro turno presidencial revelou a força da direita brasileira. Através de um consórcio midiático, policial e judicial retirou a candidata Marina Silva do páreo e conseguiu emplacar o neoliberal original e preferido Aécio Neves. Essa nova circunstância revela a dimensão da disputa e o seu relativo equilíbrio ainda em curso.

Por Divanilton Pereira*



Essa façanha foi comemorada e insuflada pela mídia para transparecer que o tucano tinha constituído uma nova onda de “mudança”, um clima de vitória inevitável e irreversível, no entanto não colou. Quase que apagaram que a presidenta Dilma Rousseff – mesmo diante dessa forte contraofensiva - conseguiu uma maioria de oito milhões de votos em todo o país.

Uma falsa euforia que visou envolver o povo e colocar a nossa militância e a campanha na defensiva política. A elite brasileira opera uma onda reacionária que tem similaridades com outras trágicas passagens de nossa história.

Uma nova arrancada

Passado onze dias da última batalha, percebe-se que enfrentamos bem essa virulência direitista midiática e a candidatura da Dilma Rousseff encontra-se assentada. Retomou a ofensiva e reúne novas condições para uma arrancada final que consagre a sua vitória.

O fator militante de nossa candidatura faz a diferença e como em todas as grandes polarizações políticas nacionais, tão típicas da luta de classes no Brasil, a classe trabalhadora assume mais uma vez seu lado. De uma forma concentrada denuncia a direita, desmascara os grandes meios de comunicação e reafirma que não arredará o pé das ruas em defesa do Brasil, da democracia e do progresso social.

Mãos à obra

Recebemos muitas valorosas contribuições de nossos militantes. Alguns buscam aperfeiçoar o conteúdo e a forma do programa eleitoral televisivo. Todos estão atentos. Sugiro então, nessa fase atual da campanha, que cada um de nós também entreguemos, argumentemos e defendamos junto aos ouvidos, aos olhos e aos corações de todos os brasileiros essas e outras colaborações que evitarão um retrocesso civilizacional em nosso país.

Tenho plena convicção que as trabalhadoras e os trabalhadores, juntamente com o nosso povo, garantirão a quarta vitória popular. 

Viva o povo brasileiro!
À luta e à vitória!

*Divanilton Pereira é membro do Comitê Central do PCdoB e Secretário de Relações Internacionais da CTB

temos que ter UM FISCAL em cada URNA: Contar TODOS os eleitores que entram para votar . TODOS em TODAS AS URNAS. ATENÇÂO BRASIL, ATENÇÃO

Laerte Braga na coluna OPINIAO do Jornal O REBATE

'...Há que se prevenir contra eventuais fraudes na totalização dos votos. Ela acontece, segundo os especialistas em urnas eletrônicas, no momento em que é feita a criptografia dos votos de uma urna. Há sistemas de defesa e precisam ser ativados, pois ninguém de sã consciência tem dúvidas de fraude em São Paulo, onde Aécio era o terceiro e em em três dias virou o campeão, crescendo 14%. Não houve uma pesquisa dos grandes institutos que detectasse isso, o que indica fraude descarada. Mesmo porque Alckmin e Serra não morrem de amores por Aécio. Na primeira eleição de Lula houve um descontrole na totalização, logo corrigido, mas que mostrou a vulnerabilidade do sistema. Temo que isso seja parte do golpe. O Judiciário hoje está longe de ser confiável e as urnas eletrônicas brasileira foram inclusive recusadas em vários estados dos EUA por conta disso, possibilidade de fraudes. Como não há voto impresso e houve resistência a ele por parte dos bandidos, o projeto eliminando a obrigatoriedade do voto impresso foi de Eduardo Azeredo, tudo é possível.

temos que ter UM FISCAL em cada URNA: Contar TODOS os eleitores que entram para votar . TODOS em TODAS AS URNAS. ATENÇÂO BRASIL, ATENÇÃO




Mais Médico, Mais Dilma. Eu quero Mais, eu quero Dilma!

Enquanto aecio planeja acabar com o MAIS MÉDICO, Cuba envia  MAIS MEDICOS a Africa para conter o EBOLA

VOTO DILMA, VOTO 13

Para conter ebola, Cuba enviará mais 296 profissionais para Libéria e Guiné

Anúncio foi feito pelo governo em programa de televisivo.
Total de enviados para tratar epidemia na África foi de 165 para 461.

Quem compara VOTA DILMA

Juiz_De_Fora_Geral.jpg

Enviado por CASTELAR

Jean Wyllys Carta para além do muro (ou por que Dilma agora)

 Enviado por Vitor Buaiz ( Ex Prefeito de Vitória, Ex Governador do ES)

Leiam e analisem
Será que ele está errado?


Jean Wyllys divulga carta manifestando apoio a Dilma Rousseff


Jornal do Brasil
O deputado federal do Psol, Jean Wyllys, reeleito nestas eleições, divulgou no Facebook uma carta na qual manifesta apoio a candidata do PT, Dilma Rousseff. Wyllys destaca que "o muro não é o seu lugar" e reforça os avanços conquistados no país.
Veja a carta:
Carta para além do muro (ou por que Dilma agora)
O muro não é meu lugar, definitivamente. Nunca gostei de muros, nem dos reais nem dos imaginários ou metafóricos. Sempre preferi as pontes ou as portas e janelas abertas, reais ou imaginárias. Estas representam a comunicação e, logo, o entendimento. Mas quando, infelizmente, no lugar delas se ergue um muro, não posso tentar me equilibrar sobre ele. O certo é avaliar com discernimento e escolher o lado do muro que está mais de acordo com o que se espera da vida. O correto é tomar posição; posicionar-se mesmo que a posição tomada não seja a ideal, mas a mais próxima disso. Jamais lavar as mãos como Pilatos — o que custou a execução de Jesus — nem sugerir dividir o bebê disputado por duas mães ao meio.

A carta de Jean Wyllys

Sei que cada escolha é uma renúncia. E, por isso, estou preparado para os insultos e ataques dos que gostariam que eu fizesse escolha semelhante às suas.
Por respeito à democracia interna do meu partido, aguardei a deliberação da direção nacional para dividir, com vocês, minha posição sobre o segundo turno. E agora que o PSOL já se expressou, eu também o faço.
Antes de mais nada, quero dizer que estou muito feliz e orgulhoso pelo papel cumprido ao longo de toda a campanha por Luciana Genro. Jamais um/a candidato/a presidencial tinha assumido em todos os debates, entrevistas e discursos — e, sobretudo, no programa de governo apresentado — um compromisso tão claro com a defesa dos direitos humanos de todos e todas. Luciana foi a primeira candidata a falar as palavras "transfobia" e "homofobia" num debate presidencial, além de defender abertamente o casamento civil igualitário, a lei de identidade de gênero e a criminalização da homofobia nos termos em que eu mesmo a defendo; mas também foi a primeira a defender, sem eufemismos, as legalizações do aborto e da maconha como meios eficazes de reduzir a mortalidade da população pobre e negra, a taxação das grandes fortunas, a desmilitarização da polícia e outras pautas que considero fundamentais. O PSOL saiu da eleição fortalecido.
Agora, no segundo turno, a eleição é entre os dois candidatos que a população escolheu: Dilma Rousseff e Aécio Neves. E eu não vou fugir dessa escolha porque, embora tenha fortes críticas a ambos, acredito que existam diferenças importantes entre eles.
A candidatura de Aécio Neves - com o provável apoio de Marina Silva (e o já declarado apoio dos fundamentalistas MAL-AFAIA e pastor Everaldo; do ultra-reacionário Levy Fidélix; da quadrilha de difamadores fascistas que tem por sobrenome Bolsonaro e do PSB dos pastores obscurantistas Eurico e Isidoro) - representa um retrocesso: conservadorismo moral, política econômica ultra-liberal, menos políticas sociais e de inclusão, mais criminalização dos movimentos sociais, mais corrupção (sim, ao contrário do que sugere parte da imprensa, o PT é um partido menos enredado em esquemas de corrupção que o PSDB) e mais repressão à dissidência política e menos direitos civis.
Mesmo com todos as críticas que eu fiz, faço e continuarei fazendo aos governos do PT, a memória da época do tucanato me lembra o quanto tudo pode piorar. Por outro lado, Aécio representa uma coligação de partidos de ultra-direita, com uma base ainda mais conservadora que a do governo Dilma no parlamento. Esse alinhamento político-ideológico à direita entre Executivo e Legislativo é um perigo para a democracia!
Vocês que acompanham meus posicionamentos no Congresso, na imprensa e aqui sabem o quanto eu fui crítico, durante estes quatro anos, das claudicações e recuos do governo Dilma e do tipo de governabilidade que o PT construiu. Mas sabem também que eu tenho horror a esse anti-petismo de leitor da revista marrom, por seu conteúdo udenista, fundamentalista religioso, classista e ultra-liberal em matéria econômico-social. Considero-o uma ameaça às conquistas já feitas, que não são todas as que eu desejo, mas existem e são importantes, principalmente para os mais pobres. As manifestações de racismo e classismo que eu vi nos últimos dias nas redes sociais contra o povo nordestino, do qual faço parte como baiano radicado no Rio, mais ainda me horrorizam!
Por isso, avançando um pouco em relação à posição da direção nacional do PSOL, que declarou "Nenhum voto em Aécio", eu declaro que, nesse segundo turno das eleições, eu voto em Dilma e a apóio, mesmo assegurando a vocês, desde já, que farei oposição à esquerda ao seu governo (logo, uma oposição pautada na justiça, na ética, nas minhas convicções e no republicanismo), apoiando aquilo que é coerente com as bandeiras que defendo e me opondo ao que considero contrário aos interesses da população em geral e daqueles que eu represento no Congresso, como sempre fiz.
Hoje, antes de dividir estas palavras com vocês, entrei em contato com a coordenação de campanha da presidenta Dilma para antecipar minha posição e cobrar, dela, um compromisso claro com agendas mínimas que são muito caras a mim e a tod@s @s que me confiaram seu voto.
E a presidenta Dilma, após argumentar que pouco avançou na garantia de direitos humanos de minorias porque, no primeiro mandato, teve de levar em conta o equilíbrio de forças em sua base e priorizar as políticas sociais mais urgentes, garantiu que, dessa vez, vai:
1. fazer todos os esforços que lhe cabem como presidenta para convencer sua base a criminalizar a homofobia em consonância com a defesa de um estado penal mínimo;
2. fazer todos os esforços que lhe cabem como presidenta para mobilizar sua base no Legislativo para legalizar algo que já é uma realidade jurídica: o casamento CIVIL igualitário. (Ela ressaltou, contudo, que vai tranquilizar os religiosos de que jamais fará qualquer ação no sentido de constranger igrejas a realizarem cerimônias de casamento; a presidenta deixou claro que seu compromisso é com a legalização do CASAMENTO CIVIL - aquele que pode ser dissolvido pelo divórcio - entre pessoas do mesmo sexo);
3. fazer maior investimento de recursos nas políticas de prevenção e tratamento das DSTs/AIDS, levando em conta as populações mais vulneráveis à doença;
4. dar maior atenção às reivindicações dos povos indígenas, conciliando o atendimento a essas reivindicações com o desenvolvimento sustentável;
5. e implementar o PNE - Plano Nacional de Educação - de modo a assegurar a todos e todas uma educação inclusiva de qualidade, sem discriminações às pessoas com deficiências físicas e cognitivas, LGBTs e adeptos de religiões minoritárias, como as religiões de matriz africana.
Por tudo isso, sobretudo por causa desse compromisso, eu voto em Dilma e apoio sua reeleição.

A FOME no governo FHC VOTO DILMA, VOTO 13


Acompanho as palavras do Aroldo. Caci
Caros amigos,

Neste período tenho evitado encaminhar "e-mails" por respeito a cada pessoa com quem me relaciono, na certeza de que cada um tem a sua própria medida para compreender a melhor posição diante do ato cívico de que todos teremos de participar.
Esta série do Jornal Nacional, premiada internacionalmente, fez-me quebrar o propósito de silêncio. É uma bela e dolorosa reportagem. Bela pela sensibilidade do repórter e pela ação de tantos profissionais da área de saúde, principalmente, nela envolvidos. Dolorosa pelo que representa.

Ela nos ajuda a refletir e nos remete aos sentimentos mais importantes que orientam nossas vidas.

Compartilhando,

​Aroldo Braga

Aecio propoe fim do MERCOSUL - Lutem camaradas, lutem companheiros . AECIO NEVER

Marcos Rebello - Membro da comunidade Diplomatas, consultor Politico,analista  :


Marcos Rebello
Os países do MercoSul são compatíveis em praticamente todos os aspectos. Em qualquer bloco no mundo existem os líderes que são os maiores, com uma economia mais desenvolvida que incentiva e atrai os demais para que a integração seja operacionalizada rendendo benefícios a todos. Isto ocorre quando observados os direitos civis e a soberania, o que não ocorre na UE e gradualmente na NAFTA. Qualquer processo de integração passa por estágios de adaptação até que a engrenagem funcione. Esta é a lógica.

Qual é o propósito de desfazer este processo depois de pôsto em prática e em fase de desenvolvimento?


Que arquitetura deverá substituir o que já foi construído respeitando os direitos civis e a soberania de cada um? 

Uma menos democrática e mais autoritária para acomodar potência extra-bloco em troca de vantagens à uma minoria que negociaria novos acôrdos? 

É impossivel dissociar economia e comércio da democracia e dos direitos civis, especialmente em períodos de crise e recessão economica. O desenvolvimento economico não deve ocorrer às custas da democracia e das liberdades. Mas ao contrário, o desenvolvimento economico deve complementar o desenviolvimento social e cultural.

Não é cabível nem recomendável que se desfaça algo sem analisar propostas alternativas. No caso do MS quais as condições economicas e as tendências ideológicas marcantes no mundo atualmente que norteiam a formação de blocos no ocidente? E de que maneira as guerras regionais estão servindo para a consolidação de poder politico em blocos? Ucrânia, Síria, Libia, Iraque, são posters. A Russia paga um preço altíssimo em sanções por tentar preservar tradicional território adjacente objeto de disputa entre blocos.

Apenas no Wall Street de hoje 16-10-2014, são estas as manchetes: "Risk of Deflation Feeds Global Fears", "Traesury Criticizes Germany, China for Pushing Exports", "Rome Joins Paris Against Austerity Budgets in Europe", "A Year of Living on the Brink", Análise Literária: Anti-Social Network parafrazeando o livro "More Awesome than Money" escrito por Jim Dwyer mostrando como as sociedades estão substituindo valores reais por valores virtuais, com trecho que diz ... "Eben Moglen called facebook a structure for degenerating the integrity of the human personality". As notícias analisam uma situação global em franca decadência, onde a decomposição de sociedades e a destruição de inteiros países é a norma. Alguem em sã consciência proporia desmanchar um bloco de países afins que trabalha para a estabilidade dos seus respectivos membros e para todo um continente livre de submissão e conflitos?

O certo é aprimorar a integração e talvez negociar com outros blocos sem comprometer a estabilidade e o crescimento por pouco que sejam. Mas substituir uma estrutura por outra que certamente submete e domina, ou negociar separadamente para beneficiar outras potências de maneira preferencial, óbviamente enfraquecerá cada um e todos no MS. Esta não é uma proposta inteligente, mas altamente nociva aos interesses de cada país e do bloco.

Pesquisas fraudulentas

Enviado por: "Carlos R. S. Moreira Beto"

Lula aponta novo cerco da mídia em pesquisas fraudulentas e denúncias sem provas

__._,_.___

Economista Alemão aponta 7 motivos para REELEGERMOS DILMA

Muito interessante...
Acabei abrindo outros temas para ver outros motivos listados, tais como o do professor mineiro (muito bom!!) e dos jornalistas.
A lista é grande... ( Vitor Buaiz)


 Economista alemão indignado escreve 7 motivos para o Brasil reeleger Dilma
(vale a pena ler)



Li nos últimos dias que a presidente do Brasil corre o risco de não ser eleita efiquei chocado com a notícia. Nos últimos 10 anos o governo atual mudou a maneira como o Brasil é visto na Alemanha. Se antes víamos apenas um país de terceiro mundo, agora nós sabemos que o Brasil é uma potência econômica.

Para os brasileiros eu diria 7 simples motivos para reeleger o atual governo.

1. Durante a crise mundial (2008-2013) a economia brasileira cresceu quase 5 vezes mais que a alemã.

2. A taxa de desemprego na alemanha duplicou durante a crise mundial enquanto a brasileira surpreendentemente abaixou. Na Itália, por exemplo, 12.3% das pessoas estão desempregadas e na Espanha 24.5%. O atual governo brasileiro protegeu o emprego das pessoas enquanto as nações europeias protegeram o dinheiro dos bancos.

3. Apesar de a Alemanha ter um bom governo, em 2014 a economia brasileira vai, de novo, crescer mais que a alemã.

4. Durante a crise mundial (2008-2014) o IDH alemão diminuiu de 0.940 para 0.911. EUA diminuiu de 0.950 para 0.914, o espanhol de 0.949 para 0.869. Enquanto as maiores economias do mundo sofreram esses efeitos, Brasil aumentou seu IDH de 0.710 para 0.744. Ainda distante do primeiro mundo? Sim. Mas no caminho certo de ascensão.

5. A desigualdade social cresceu em todos os países europeus enquanto diminuiu no Brasil. Continuando no mesmo caminho, em apenas 10 anos o Brasil alcançará o nível de desigualdade dos EUA.

6. O discurso de Roussef nas Nações Unidas inspirou o mundo inteiro contra a espionagem dos EUA. Depois disso, nossa primeira-ministra Merkel e outros líderes nacionais se pronunciaram contra Obama. Pela primeira vez um país de terceiro mundo teve coragem para enfrentar o governo estadunidense.

7. O atual governo de Lula e Roussef mudou a maneira como o Brasil é administrado. Se antes era um país de terceiro mundo trabalhando para os EUA e o mercado financeiro, hoje trabalha para as pessoas.

A alemanha tem corrupção. Na europa temos corrupção assim como nos EUA e no Brasil e, infelizmente, isso nunca vai mudar, não importa quem esteja no governo. Mas se há um país que enfrentou a crise mundial e melhorou a vida das pessoas como nenhum outro no mundo, esse é o Brasil. E isso deve ser levado em conta.


Kurt Neuer, economista

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Educadores manifestaram apoio à Dilma, em SP




http://www.blogdadilma.com/dilma/2491-manifestaram
Nas festividades do Dia do Professor, trabalhadores e trabalhadores da educação e reitores e reitoras dos Institutos Federais manifestam seu apoio à presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição. Sob o princípio de “nenhum direito a menos, nenhum passo para trás”, o grupo se reúne no evento Educadores com Dilma, nesta quarta-feira (15), às 16h, no Club Homs, na Av. paulista, 735, São Paulo.
Além da capital paulista, várias mobilizações simultâneas estão confirmadas em várias cidades brasileiras. Veja aqui alguns eventos confirmados.
O manifesto de professores e reitores relaciona as principais mudanças ocorridas nos últimos 12 anos dos governos Lula e Dilma, que definem o apoio e o voto pela continuidade de Dilma. Entre eles, o aumento do número de universitários de 3,5 milhões para 7 milhões; a marca de 8 milhões de matrículas nos cursos gratuitos do Programa de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec), o aumento e a difusão da produção científica e o aumento do orçamento para a Educação em seis vezes.
A mensagem também compara a expansão dos campi dos institutos federais de Ensino Profissional e Tecnológico para 422 unidades, em comparação com os oito anos do governo tucano de FHC, que construiu apenas 11 unidades e logo depois proibiu, por decreto, a expansão do ensino técnico federal.
Professores e reitores apontam a agenda da Educação como primordial para a soberania nacional, com desenvolvimento inclusivo e a consolidação de um país mais justo. O manifesto também defende a estruturação e a regulamentação de um Sistema Nacional de Educação, com gestão democrática, participativa e relaciona nove diretrizes para a gestão.
Leia abaixo o manifesto a íntegra:
NENHUM DIREITO A MENOS! NENHUM PASSO ATRÁS!
Nós, abaixo assinados, trabalhadores em educação básica e superior dos setores público e privado, responsáveis pelo atendimento direto de quase setenta milhões de estudantes secundaristas e universitários, lideranças estudantis e acadêmicas, pesquisadores, cientistas, gestores da educação pública, dirigentes de diversos níveis da administração e parcelas significativas dos movimentos sociais e educacionais defendemos o fortalecimento da educação pública, de qualidade, gratuita, laica, democrática, socialmente referenciada e isenta de toda forma de discriminação.
Compreendemos que o estabelecimento da educação como direito de cidadania só se dará por completo por meio da contínua ampliação do investimento direto na educação pública, capaz de garantir ao conjunto do Povo Brasileiro o acesso pleno à formação integral e de qualidade, em todos os níveis, etapas e modalidades – da educação infantil à pós-graduação.
Para vencer esse desafio, até atingir os 10% do PIB brasileiro, no final da década, será inevitável continuar o enfrentamento de interesses sobre a redução do estado e dos orçamentos públicos nos investimentos sociais. Ampliar o esforço público e fortalecer a capacidade de investimento social do Estado brasileiro exigirão um duro debate que discuta novas fontes financeiras, tais como as que poderiam advir da definição de um novo marco regulatório para os royalties da exploração mineral, da aprovação de um Projeto de Lei que dê formato à cobrança de impostos sobre grandes fortunas, conforme disposto na Constituição Federal de 1988, ou de impostos sobre a movimentação financeira, em especial a de natureza especulativa.
Ao mesmo tempo é preciso que os recursos da educação sejam direcionados massivamente para a expansão da oferta pública, o principal responsável pelo cumprimento dos objetivos, diretrizes, metas e estratégias previstas no Plano Nacional de Educação recém aprovado. Nesse âmbito, a disputa não será pequena diante da enorme pressão que virá por parte daqueles setores – nacionais e transnacionais – que vêm na educação um negócio lucrativo e no choque de gestão e na redução do estado as soluções para a superação da crise global.
É uma agenda primordial da nossa soberania nacional, do desenvolvimento inclusivo e da consolidação de um País mais justo e solidário.
Defendemos a estruturação e a regulamentação de um Sistema Nacional de Educação, com gestão democrática e participativa com ênfase na implantação:
- de significativa expansão de oferta de ensino público, universal e de qualidade, em todos os níveis, etapas e modalidades;
- de diretrizes nacionais de carreira e de planos de cargos e salários que permitam tornar atrativa a profissão de professor;
- de continuidade da ampliação progressiva dos investimentos em formação inicial e continuada dos profissionais da educação;
- de implementação do Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi), tomado como parâmetro para o financiamento da educação básica, ampliando o apoio da União aos Estados e Municípios;
- da promoção da igualdade racial, de gênero e de orientação sexual;
- do aprofundamento da política nacional de educação do campo, povos indígenas e comunidades tradicionais, que respeite e valorize suas especificidades, reduzindo as imensas desigualdades hoje existentes;
- de mecanismos de controle, de regulação, de credenciamento e de avaliação da educação – função inalienável do Estado;
- de provimento das condições para o cumprimento das atribuições do Fórum Nacional de Educação para o acompanhamento contínuo e propositivo da implantação das metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação;
- da ação pública asseguradora da transparência e do combate permanente a toda forma de corrupção.
Neste momento em que dois projetos nitidamente opostos disputam a escolha popular no segundo turno das eleições presidenciais, vimos a público expressar que a única candidatura capaz de prosseguir as mudanças necessárias e avançar no atendimento da plataforma que apresentamos é representada por Dilma Rousseff, na coligação “Com a Força do Povo”.
Nenhum direito a menos!
Nenhum passo para trás!
Agora é Dilma 13!
Autor: Equipe Dilma Rousseff

A TRAMA É INTERNACIONAL!

A TRAMA É INTERNACIONAL! 


To: safranyfo
Date: Wed, 15 Oct 2014 15:16:00 -0400

Denúncia do Golpe Eleitoral contra a reeleição de Dilma Rousseff no Brasil

Intelectuais e dirigentes de organizações populares fazem denúncia acerca de uma grave ingerência do imperialismo para manipular as eleições em nosso país. Some sua assinatura clicando no link ao final da nota.
Denúncia do Golpe Eleitoral contra a reeleição de Dilma Rousseff no Brasil
Reeleger Dilma é defender o Brasil e a América Latina da intervenção direta do imperialismo norte-americano!

Clique aqui para somar sua assinatura a esta grave denúncia!


Trabalhadores e trabalhadoras brasileiros,


Estamos diante da mais grave ameaça à nossa jovem democracia, desde o final da ditadura civil-militar na década de 80. Como no período que antecedeu ao Golpe de 1964, podemos observar grandes articulações que, neste momento, confluem para uma manipulação eleitoral antipopular que busca, com a candidatura de Aécio Neves, colocar novamente nosso país sob a administração direta do capitalismo financeiro, mais especificamente do imperialismo norte-americano.

Os trabalhadores e trabalhadoras de nosso país que, como Tiradentes, acreditam no direito que temos de decidir os rumos de nossas vidas livres de ingerências e intervenções estrangeiras, devem estar alertas e prontos para rechaçar o golpe eleitoral que a direita colocou em execução.

Que ninguém tenha dúvida, não se trata apenas de enfrentar as oligarquias mais atrasadas e reacionárias, que dominam nosso país desde 1500, mas de resistir às ações do imperialismo que efetivamente dirige diretamente as ações de desestabilização no Brasil.

As eleições presidenciais de 2014 se converteram em um campo de batalha no qual se uniram para aplicar um Golpe Eleitoral os grandes empresários, os banqueiros, a grande imprensa e outros setores, nos quais as agências de espionagem e desestabilização dos Estados Unidos, como a CIA e a NSA, infiltram-se fortemente nos últimos anos.

As ações de espionagem contra o Brasil e mais especificamente contra a presidenta Dilma e contra a Petrobras, reveladas no vazamento de documentos da NSA, não eram apenas por concorrência econômica, como muitos afirmam. Essas ações tinham o objetivo de preparar o terreno para impedir a manutenção, em nível federal, de um governo de tendências antineoliberais.

Fez parte dessas ações a ascensão de Marina Silva à candidata presidencial, visando impedir uma vitória de Dilma já no primeiro turno. O respeitado professor e especialista em relações internacionais, Moniz Bandeira, testemunha direta e viva de diversas manobras da direita, como o Golpe de 1964, em carta aberta ao presidente do PSB, Roberto Amaral, relata ter inclusive enviado um alerta a Eduardo Campos, que deveria se prevenir. Sua experiência lhe dizia que uma ação desse tipo já era esperada e que Marina Silva não aceitaria ser apenas vice de Eduardo.

Conforme denunciado pelo professor Theotonio dos Santos, Marina Silva, que substituiu Campos como candidata do PSB, objetivamente cumpre o papel de instrumento do imperialismo, articulada, junto a Fernando Henrique Cardoso, no Diálogo Interamericano, instituição fundada em 1982 e que, segundo texto em seu site, reúne “100 ilustres de todo o continente americano, incluindo políticos, empresários, acadêmicos, jornalistas e outros líderes não-governamentais.”  Essa organização existe para atacar as democracias latino-americanas e foi uma das articuladoras dos recentes Golpes de Estado em Honduras e no Paraguai.

Devido ao rechaço popular às ditaduras que os Estados Unidos instauraram e mantiveram em toda a América Latina, na segunda metade do século 20, as classes dominantes não encontram apoio suficiente, nem na sociedade, nem nas Forças Armadas, para um novo Golpe Militar. Por isso, o imperialismo busca realizar um Golpe Eleitoral através de três frentes: guerra econômica, guerra midiática e  intervenções a partir de suas infiltrações na Policial Federal e em setores do judiciário.


Guerra Econômica


No final do ano passado, a presidenta Dilma, em sua mensagem de encerramento de ano disse:

“Se alguns setores, seja porque motivo for, instilarem desconfiança, especialmente desconfiança injustificada, isso é muito ruim. A guerra psicológica pode inibir investimentos e retardar iniciativas.”

A guerra psicológica é apenas uma parte de um movimento maior de guerra econômica que deve ser denunciada. Os economistas Passos, Cardoso e Brandes do DIEESE em um texto intitulado “A queda dos investimentos privados na economia brasileira nesse início de 2014” demonstram que uma taxa negativa de investimento de 2,1% no primeiro trimestre de 2014 significa que os grandes capitalistas, principalmente os de São Paulo, abstiveram-se de reinvestir o capital acumulado no ciclo anterior.

Sem qualquer compromisso com o país, eles transferiram seus investimentos para os títulos da dívida pública dos Estados Unidos na esperança de que um baixo crescimento do PIB rendesse manchetes ruins ao governo e o forçasse a tomar medidas antipopulares em pleno ano eleitoral.

Não podemos nos esquecer também do efeito da falta d'água em São Paulo, estado governado pelo PSDB de Aécio e Alckmin, que praticamente desacelerou a construção de novos empreendimentos nos últimos meses.

Outra faceta da aplicação desta Guerra Econômica nestas eleições é a manipulação do mercado através das bolsas de valores, ao sabor da conjuntura eleitoral. As repentinas e acentuadas quedas e recuperações, às vezes em um mesmo dia, de ações de grandes empresas, inclusive estatais, buscam criar fatos políticos que favorecem o candidato do imperialismo, além de operarem uma transferência de recursos das mãos dos pequenos e médios investidores para os grandes especuladores.

Um dos responsáveis por esses crimes é o megaespeculador George Soros, patrão de Armínio Fraga, indicado por Aécio Neves para assumir o Ministério da Fazenda. George Soros é conhecido por financiar ações de desestabilização em todo o mundo. Recentemente admitiu, sem o menor pudor, sua responsabilidade nos eventos que explodiram na Guerra Civil da Ucrânia, que já vitimou milhares de pessoas, principalmente civis. Soros afirmou em entrevista recente: "Criei uma fundação na Ucrânia antes de que se independizasse da Rússia. E a fundação tem operado desde então e jogou um papel importante nos acontecimentos atuais".

Os interesses dos Estados Unidos estão tão bem representados em Armínio Fraga, indicado por Aécio, que o ex-secretário do Tesouro americano Timothy Geithner chegou a indicar seu nome ao presidente Barack Obama para dirigir o FED (Banco Central dos Estados Unidos).

Recentemente, Armínio Fraga criticou a política de aumento de salário mínimo, que saltou de 86,21 dólares, em 2002, quando Lula assumiu seu primeiro mandato, para 305 dólares em 2014 (valores convertidos do real). Para ele, os salários devem ser arrochados e o orçamento público e os gastos sociais, reduzidos.

Todos se lembram do que representou o governo de FHC, no qual Armínio Fraga era presidente do Banco Central, para os níveis de salários, emprego e de escolaridade de novo povo.

Guerra Midiática


A grande imprensa burguesa, mais destacadamente seu maior representante, as Organizações Globo, repetem sua atuação das vésperas do Golpe de 1964. Martelam o dia inteiro manchetes sobre corrupção e inflação, seguindo exatamente o mesmo script utilizado para derrubar o Presidente João Goulart. Dilma é atacada como Jango foi pelas mesmas 9 famílias que detêm os monopólios de comunicação em nosso país.

Essa imprensa reacionária demonstrou seu poder ao intervir diretamente, com coberturas descaradas, sobre os eventos de junho do ano passado, convertendo os protestos contra o aumento do preço das passagens em uma nova “Marcha com Deus pela Família e Propriedade”, organizada pelas senhoras ricas contra o governo de Jango 64. Com a constante cobertura e exposição, eles criaram agora o fenômeno dos Black Block, tentando criar um clima de desestabilização, além de introduzirem bandeiras conservadoras entre as pessoas que estavam nas ruas.

Contudo, esses meios privados foram desmoralizados após o fracasso de sua campanha contra a realização da Copa do Mundo no Brasil, na qual previam um clima de caos total. A organização e a realização da Copa superou outras edições realizadas na Europa. De maneira cínica, esses meios passaram a tentar associar o governo com a derrota no gramado contra a Alemanha.

A ilustrativa pesquisa realizada pelo Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública, formado por pesquisadores da UERJ, divulgada no site Manchetômetro, demonstra claramente o bombardeio contra Dilma, por conta da desproporcionalidade em matérias negativas.

Essas ações midiáticas, de eficiência limitada entre a classe trabalhadora, busca deixar a classe média histérica e acaba promovendo uma onda de ódio racial e social. Fernando Henrique Cardoso, líder maior do PSDB, claramente  atiça esse clima ao dizer que os eleitores de Dilma são ignorantes por ela ter vencido no Nordeste.

As infiltrações no Judiciário e na Polícia Federal

A terceira grande articulação da tentativa de Golpe Eleitoral em curso envolve setores do Poder Judiciário que, ao aplicarem uma política de “dois pesos e duas medidas”, buscam mudar a correlação de forças entre o PT e o PSDB em nosso país.

O maior escândalo da história recente desse país, não apenas de corrupção, mas de entreguismo, de traição nacional, foram as privatizações das grandes empresas brasileiras como a Vale do Rio Doce e a Telebras, episódio conhecido como Privataria Tucana.

Durante o governo Fernando Henrique, todos que exerceram a presidência do Banco Central foram envolvidos em escândalos, alguns foram condenados, mas ninguém foi preso. Gustavo Franco foi responsável pelo PROER, que destinou bilhões para bancos quebrados. Seu sucessor Francisco Lopes ficou famoso por suas íntimas relações com Cacciolla do Banco Makra, que levaram os cofres públicos a um prejuízo bilionário   durante a mega desvalorização do real após a reeleição de FHC. Nomeado em seguida, Armínio Fraga elevou a taxa de juros do país para 45%, transferindo imediatamente bilhões para os banqueiros.

Enquanto os principais quadros do PT paulista foram presos e tiveram seus direitos políticos caçados, não podendo concorrer às eleições, o Mensalão do PSDB, o original, criado em Minas Gerais, durante o governo de Eduardo Azeredo não foi sequer julgado. Esta foi a origem do valerioduto tucano, esquema de financiamento irregular de campanhas, criado por Marcos Valério, ligado aos tucanos.

A anulação, por parte de Gilmar Mendes, juiz carnalmente vinculado ao PSDB, da decisão unânime do TSE, por 7 a 0, de conceder direito de resposta ao PT na Revista Veja é apenas  uma demonstração a mais do compromisso de setores do judiciário com o retorno das velhas oligarquias ao poder.

Com relação às recentes manchetes contra a Petrobras, pautadas a partir de seleções do depoimento de dois bandidos que chegaram à empresa pelas mãos do PSDB, o Conselheiro Nacional do Ministério Público, professor Luiz Moreira, realizou uma grave denúncia contra a “tentativa de interferência na disputa eleitoral (…) Há uma engenharia responsável pelo vazamento que seleciona criteriosamente que partes devem ser divulgadas e o momento adequado para que o vazamento chame mais atenção e cause mais impacto nos eleitores (…) Cria-se a sensação de que estamos num vale-tudo e que o sistema de justiça além de imiscuir-se na disputa eleitoral também não tem compromisso com a ordem jurídica.”

Sem meias palavras, trata-se de uma tentativa de Golpe Eleitoral que se utiliza de uma cobertura de pseudolegalidade similar à utilizada no Golpe que removeu Fernando Lugo da presidência do Paraguai.

As intervenções do imperialismo têm como objetivo impedir o surgimento de um mundo multipolar


Mas, a mais contundente prova das ações de desestabilização que estão em curso, que não pode deixar nem os mais incautos tranquilos é a própria ação do imperialismo pelo mundo. Estamos indo às urnas em meio a diversas guerras que sangram todos os cantos do planeta.

Quem conhece história e acompanha a intensificação dos conflitos em todo o mundo, não pode deixar de relacionar essas eleições com a conjuntura internacional.

A Crise do Capital e seus desdobramentos, após sua contundente manifestação em outubro de 2008, voltou a colocar em xeque o mundo unipolar que surgiu após a Guerra Fria. A perda de influência dos Estados Unidos se acentuou em todo o mundo e propiciou o surgimento de diversos blocos contra-hegemônicos, como a CELAC e os BRICS, que apontam para uma nova geopolítica e para um mundo multipolar.

Quando Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, os BRICS, reuniram-se em Fortaleza com os 33 países latino-americanos e caribenhos que formam a CELAC, logo após a Copa do Mundo, e adotaram medidas concretas contra a hegemonia norte-americana, como a criação de um banco internacional, os Estados Unidos decidiram intensificar suas ações para minar essa aliança.

A lista de ações desse tipo do Imperialismo é gigantesca. Somente nos últimos anos, durante o governo Obama, podemos destacar, longe de citar todos os casos:

Afeganistão: ocupação militar e desestabilização; América Latina: Criação da Aliança para o Pacífico para confrontar o Mercosul; Argentina: ação dos fundos abutres e pressão do Clarin; Bahrein: repressão contra os xiitas; Bielorrússia: manifestações contra Lukashenko; Bolívia: Bloqueio do avião de Evo Morales; Brasil: ações fascistas durante junho de 2013; China: estímulo ao separatismo; Coreia do Norte: constantes provocações e ameaças militares; Costa do Marfim: golpe de Estado contra o presidente Laurent Gbagbo; Cuba: bloqueio, desestabilização e criação da rede social Zunzuneo; Egito: "Primavera Árabe", condução ao poder e depois derrubada da Irmandade Muçulmana; Equador: tentativa de golpe contra Correa; El Salvador: introdução de armas ilegais que caem nas mãos dos grupos de extermínio causadores da violência no país; Rússia: grupos terroristas do Cáucaso; Haiti: indicação do presidente Martelly anos após golpe de Estado; Honduras: Golpe de Estado contra Zelaya; Hong Kong: Occupy central para atingir a China; Iêmen: constantes ataques de drones; Irã: desestabilização, assassinato de cientistas e bloqueio; Iraque: ocupação militar e criação do Estado Islâmico; Líbia: bombardeios, financiamento de mercenário e assassinato de Gadaffi; Mali: guerra civil após desestabilização da Líbia; Palestina: financiamento e armamento do estado racista de Israel; Paquistão: desestabilização e constantes ataques de drones; Paraguai: Golpe de estado contra o presidente Lugo; Quirguistão: Insuflação de conflitos étnicos e divisão do país para manter a Base Aérea de Manas; Síria: criação do Estado Islâmico e guerra civil no país; Somália: desestabilização através de radicais mercenários; Sudão: separatismo e criação Sudão do Sul para repartir petróleo; Tunísia: "Primavera Árabe"; Ucrânia: Golpe e chegada ao poder de grupos nazistas; Uganda e Quênia: caso "Kony" e militarização da região; Tailândia: Golpe de Estado; União Europeia: desestabilização do euro;Venezuela: tentativa de golpes com o não reconhecimento das eleições e sabatogens econômicas.

Resistir à direita, é, nesta conjuntura eleitoral, ser revolucionário


Neste momento um retrocesso tático (processo eleitoral brasileiro) pode significar um retrocesso estratégico em todo o continente latino-americano, ao aumentar a pressão do imperialismo que busca destruir os processos de mudanças e as conquistas obtidas pelos povos das regiões. O sonho do imperialismo é  utilizar nosso país como plataforma de agressão contra os nossos vizinhos.

Não existe porque hesitar em defender a candidatura de Dilma Roussef à reeleição como presidenta do Brasil. Isolar os setores mais reacionário das oligarquias, impedindo-os de chegarem ao governo é a batalha dos próximos dias.

Além da postura altiva em defesa da soberania nacional frente às agressões imperialistas, o governo Dilma manteve no plano interno, mesmo com limitações visíveis, a defesa do emprego, a valorização do salário mínimo e a elevação dos investimentos em educação (o acesso ao ensino superior dobrou em 12 anos) e saúde (Mais Médicos), entre outras medidas. Sabe-se que, por mais importantes que sejam, essas medidas não resolveram problemas estruturais, mas contra isso se insuflam as oligarquias reacionárias, como em 1964. Ontem, como hoje,  não aceitam nenhuma reforma que altere sua lógica de acumulação.

Chamar o voto nulo dizendo não haver  diferenças entre os projetos em disputa, é, ao mesmo tempo, uma leitura reducionista e anti dialética da nossa realidade e a perda do bom senso contrariando a visão de todos os dirigentes dos países latino-americanos que passaram por processos revolucionários, e que torcem pela reeleição de Dilma. É uma demonstração da falta de acuidade de análise geopolítica daqueles que  nunca entenderam porque sofremos a derrota do Golpe de 1964.

Como disse Simón Bolívar, Libertador da América Latina, “Os Estados Unidos parecem destinados pela providência a infestar a América com misérias em nome da Liberdade”. Caberá ao povo brasileiro, junto às suas lideranças consequentes, frustrar os planos daqueles que querem destruir o Brasil, pátria mãe de nossos filhos e filhas.

Reeleger Dilma é defender o Brasil e a América Latina da intervenção direta do imperialismo IANQUE.