Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 5 de abril de 2014

Congresso URGENTE: todo apoio ao pedido de CPI mista

1 minuto · 
Juntos somos fortes. *todosjuntos
Os comunistas não param! A bancada do PCdoB na Câmara protocolou pedido de CPI mista para possibilitar investigação completa nos casos Pasadena, licitação para trem e metrô do Governo de São Paulo com Alstom e a refinaria Abreu e Lima (PE).
Foto: Richard Silva
‪#‎equipe‬
sigajandira.com.br

Na Democracia, quem é quem?


Onde está a democracia? Quem é o inimigo, quem somos nós?

Herança Maldita: Um estado sequelado...

Herança Maldita:

Stel Miranda
há 13 minutos
...e de novo, a história se repete...

O cara passa por todas as dificuldades que a periferia lhe apresentou, é criminalizado pelo estado, sofre com a falta de acesso, se vê sem saida pra cuidar da família, e se volta contra o poder publico....logo é preso. Nesse momento, a conciência o leva a medir e pesar as consequência que a "vida loka" pode causar, e começa a cumprir uma medida socio-educativa pelo programa de #LiberdadeAssistida no Circuito Cultural de Vitória, onde seu contato com as artes e com o âmbito cultural foi o combustível pra mudança de vida. Pai, marido, trabalhando com a mãe e contando os dias pra dar um "up" em sua tragetória de vida.

#CarlosHenrique foi brutalmente assassinado em #SãoPedro, e com ele, o sonho de ver mais um grande exemplo de determinação e mudança. E onde vários vão julga-lo e reproduzir falas como "mereceu", "bandido ta colhendo o que plantou", "ja foi tarde", "menos um" ou "pediu isso"....enxergo novamente a falta de ações preventivas e construtivas de um #Estado inerte, enferrujado, excludente, de conotações claras de escambo de favores, onde mais essa morte vai virar um trunfo na busca de votos e discursos de campanha.

As causas da violência contra os jovens não são subjetivas, são objetivas. O mundo do crime é efeito colateral de um sistema falho, inoperante e farcista.

Descanse desse plano, mano...valeu a tentativa...estamos no front do lado de cá...

#Violência #Morte #Assassinato #AtéQuando — com Eloisa Alves e outras 15 pessoas.

Fernanda Tardin Estamos no Front do lado de cá. A luta nao vai parar: por um estado menos excludente, por uma sociedade mais digna, POR RESPEITO aos DIREITOS Humanos, violados para muitos desde o utero. .. abixo as condições assassinas do Estado. Violencia se previne: mais cultura, mais educação, ...são causas e efeitos inumeros para listas, mas comecemosa combater o que gera a violencia em sua grande maioria:
TORTURA NUNCA MAIS, pela desmilitarização da Policia...Por programas de politicas públicas, pela garantia dos direitos fundamentais PARA TODOS,

1950 2014: o grito e a ferida da democracia (comentado)

Carlos Alberto Feitosa Perim

'As deficiências da democracia nos partidos ditos democráticos e o não enfrentamento da mídia podem ser o calcanhar de Aquiles na guerra pela hegemonia das esquerdas. Descer do pedestal, promover encontros abertos e democráticos de filiados para avaliar os dirigentes e afastar os que na pratica se deixam corromper ou corrompem a democracia petista (Basta de Andre Vargas, Basta de João Coser, etc.) Promover conferências Municipais, Estaduais e Nacionais dos democratas, reunindo filiados dos partidos da base aliada,nelas dando voz comando aos movimentos sociais aos setoriais. Urgente! Senão o risco hoje ainda distante da casa cair só vai aumentar. Forças tenebrosas estão em ação e promovem a confusão nos corações e mentes dos brasileiros repetindo , repetindo , repetindo essas idiotices e insultos postadas por robôs diariamente nas redes, com orientação e financiamento da CIA e repercussão na mídia. Vejam isto: http://www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FPolitica%2F1950-2014-o-grito-e-a-ferida-da-democracia%2F4%2F30650'

petição protocolada no STF pelos advogados do Genoino.


Companheiros e amigos,
Julgamos oportuno divulgar a petição protocolada no STF pelos advogados do Genoino. Ela toma como base o relatório do Dr. Geniberto Paiva Campos o qual afirma que embora Genoino não possa ser "enquadrado nos critérios atuais de cardiopatia grave, devem ser consideradas a aortocardiopatia (dissecção aguda de aorta), descrita como evento catastrófico de alta mortalidade na fase aguda (Braunwald, 2013) e de prognóstico reservado. Sua associação a diversas intercorrências clínicas, no presente caso, tornam o prognóstico mais reservado, a saber: a aterosclerose coronariana, o acidente vascular cerebral, que obrigou ao uso continuado de anti-coagulantes orais, e a síndrome depressiva, deflagrada em paciente idoso, configurando uma condição de alto risco cardiovascular.”
E conclui: "É nosso entendimento, portanto, que o paciente deveria permanecer sob os cuidados de sua damília, em ambiente doméstico e rigoroso acompanhamento médico e psiquiátrico, com a regularidade que o caso exige, até que seja obtida a plena estabilização do seu quadro clínico.”
Foi isto que levou os advogados de Genoino a requererem "em caráter definitivo, a sua permanência em regime de prisão albergue domiciliar.”
O relatório médico se encontra neste post:
e a integra da petição neste link:
Aproveitamos a oportunidade para informar que, embora tenha atrasado
um pouco, a nossa rede está quase pronta. Dentro de poucos dias, creio,
teremos novidades.
abraços a todos
Pela Equipe do Estamos Aqui,
Sergio, Andrea, Denhse, Maria Luiza
_______________________________________________
Amigos_genoino mailing list
Amigos_genoino@interleft.com.br
http://six.pairlist.net/mailman/listinfo/amigos_genoino

sexta-feira, 4 de abril de 2014

[FARC-EP] Las FARC-EP insiste en esclarecimiento de la verdad histórica del conflicto colombian

La Habana, 
Cuba, sede de los diálogos de paz, abril 4 de 2014
Desde hace ocho meses, la Delegación de Paz de las FARC-EP,
está advirtiendo sobre un obstáculo que puede llegar a frenar
 la dinámica del proceso u obligarlo a marchar al ralentí.
Por todos los medios hemos insistido en la urgencia de
conformar una Comisión de esclarecimiento de las causas
 y responsabilidades del conflicto, como una condición sin la cual,
no podría abordarse el decisivo asunto de Víctimas y máximos responsables.  
Esta comisión, no es la de la verdad que propone el Gobierno
para después de la firma de un eventual acuerdo de paz, con la
cual estamos de acuerdo, y compartimos que deberá tener
su propio período y duración.
Hablamos de la Comisión de esclarecimiento, y nos
preguntamos nuevamente: ¿Cómo pueden establecerse las
responsabilidades, o cómo puede abordar la mesa el tema
de víctimas, de su reparación, del perdón y el compromiso de
un “nunca más”, si no se establece cómo se dieron los hechos
de violencia que derivaron en seis décadas o más de conflicto armado?
Sin este insumo, la discusión del Punto 5 referido a víctimas,
será una discusión en el aire, un ejercicio estéril que no conducirá
a ninguna parte. Hoy queremos dejar constancia en el inicio
del ciclo 23 de las conversaciones de paz en La Habana, de esta
desatendida alerta temprana.
Es obvio que si no se establece el origen del conflicto y su
verdad histórica, no puede haber paz, ni reconocimiento de sus
víctimas, ni justicia ni reparación.
Proponemos que el período de estudio histórico abarque desde
 la expedición de la Ley 200 de 1936, frente a la cual surgió
una reacción que desató la violencia terrateniente y partidista, hasta

nuestros días, signados estos, por el drama humanitario del
desplazamiento forzoso de 6 millones de campesinos, del despojo
violento de tierras cuantificado en 8 millones de hectáreas, e
l impacto del neoliberalismo generador de miseria, las masacres
paramilitares y los falsos positivos.
No se trata de colocar contra la pared al Estado, ni de desatar
 insolubles consecuencias judiciales, ni cacerías de brujas, sino de
establecer el cuadro completo de los horrores de la violencia y las
 consecuencias de la respuesta popular, para, una vez establecida
 la verdadera historia de lo ocurrido en seis décadas de confrontación
fratricida, puedan las partes, las víctimas y la opinión, encontrar una salida,
necesariamente política, a la vorágine violenta que persigue a Colombia,
que no permite labrar nuestro destino de justicia, en democracia, soberanía y paz.
A nadie debe preocupar que propongamos, que el que esté sin
pecado que tire la primera piedra, porque ese es un presupuesto
necesario para sanar definitivamente las heridas.
Ningún protagonista de los horrores de la contienda puede pretender
 pasar de agache. Se trata de que el Estado y las ramas del poder público,
 los presidentes, los partidos hegemónicos, los terratenientes, los
empresarios, los bananeros, los ganaderos, los banqueros, la iglesia,
los grandes medios convertidos en instrumentos de la guerra, los militares,
los paramilitares, la policía, los guerrillerosy ex guerrilleros, los
organismos de inteligencia, los Estados Unidos, y hasta la hipocresía y
 la indiferencia, hagan un análisis de conciencia para comprender, que
debemos hacer hasta la imposible por lograr definitivamente la reconciliación
 de la familia colombiana. Colombia merece la paz, y no solamente,
sino que debemosconvertirla en factor dinámico de extensión de
la paz en Latinoamérica y el Caribe.
Es un hecho incontrovertible, que si no se conoce la verdad del
pasado, no se puede construir una paz estable y duradera.
Debemos mirar entonces a los ojos de nuestra propia historia
si queremos solucionar el conflicto y garantizar la no repetición del mismo.
No hemos venido a la mesa de La Habana a negociar impunidades
 y en consecuencia con ello, ya hemos colocado en manos del gobierno
un paquete de propuestas, para que, frente a este tema,
las víctimas, las partes contendientes y la opinión, queden plenamente
 satisfechas con un acuerdo que por fin nos saque del infierno de la guerra.
Llamamos a todos los movimientos políticos y sociales del país,
a las organizaciones populares, a la nación en masa, a respaldar
 sin reservas este proceso de paz, a movilizarse por los cambios
y un nuevo país, y a no dejar que se apague esta esperanza colectiva.
DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC-EP


Esto y mucho más en
 Pueblo Colombiano: ¡Pa´la Mesa!

ATO UNIFICADO 1º DE ABRIL 2014 EM VITÓRIA/ES - 50 anos de resistência ao...



Vale ver . Sem palavras.Claudio Vereza foi muito feliz em editar esse video. 

Aí está expresso sentimentos, emoções, perdas e a certeza: 

"Aos nossos mortos e desaparecidos, nenhum minuto de nosso silencio"

(palavra de ordem do Levante Popular da Juventude - Espírito Santo

Tortura Nunca Mais, 

Ditadura Nunca Mais, 

Juntos ESTAMOS fortes.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Jornalistas que apoiaram o golpe militar

Enviado por Claudio Vereza via mail:


Jornalistas que apoiaram o golpe militar


50 anos do golpe: Quais foram os jornalistas que apoiaram os militares em 1964?

by bloglimpinhoecheiroso
Golpe_Militar01A_Livro“Sem o trabalho da imprensa, não haveria legitimidade para
a derrubada do presidente João Goulart.”
Juremir Machado, no Facebook
Estou com livro novo. Escrevi 1964 golpe midiático-civil-militar para me divertir. Trabalhei como um cão, mas senti prazer. De que trata realmente meu livro? De como jornalistas e escritores hoje cantados em prosa e verso apoiaram escancaradamente o golpe: Alberto Dines, Carlos Heitor Cony, Antônio Callado, Carlos Drummond de Andrade, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux, Rubem Braga e outros.
Alguns, como Cony, arrependeram-se ainda na primeira semana de abril. Outros só mudaram depois de 1968 e do AI-5. Alguns permaneceram fiéis ao regime. Os mais espertos, como Alberto Dines, reescreveram-se.
Como sempre em meus livros, apresento as provas. O poeta Drummond, que deveria ser uma antena da aldeia, só captou o senso comum conservador de seu bairro: “No caso do senhor Goulart a verdade é que ele pediu, reclamou, impôs sua própria deposição”.
A lógica do poeta, bom de verso e péssimo de reflexão social, era a do machista que culpa a minissaia da mulher pelo estupro. Jango provocou os militares com sua obsessão por reformas, como a agrária, que só fariam bem para o Brasil.
Jornal_do_Brasil19643003_Dines
Alberto Dines, do Jornal do Brasil, apoio o golpe desde o primeiro momento.
O caso mais impressionante de apoio ao golpismo foi o de Alberto Dines, diretor de Redação, à época, do Jornal do Brasil. Dines, atualmente, dirige site Observatório de Imprensa, site de crítica de mídia. Jamais fez um bom mea-culpa.
O homem que agora posa de decano do jornalismo comprometido com a democracia era, em 1964, um golpista a serviço do pior do Brasil: “Só podíamos dedicar um único editorial contra cada ato ou falação de Goulart. No dia seguinte, já havia outros para atacar”.
Dines não pôde se conter: “Jango permitira que na vida brasileira se insuflassem tais ingredientes que, para extirpá-los, seriam necessários não mais o ‘jeitinho’. Desta vez, teriam de ser empregadas a força e a violência”. Alberto Dines apoiava a queda de Jango, ansiava pelos militares, tentava ajudá-los assustando cada vez mais a população.
Antônio Callado, que se tornaria um ícone da resistência à ditadura, foi um medíocre preparador da atmosfera para o golpe. Escreveu: “O triste, no episódio tão pífio e latino-americano da deposição de Jango, é que realmente não se pode desejar que as Forças Armadas não o traíssem”. Callado praticou o sensacionalismo mais barato.
Tentou encontrar razões psicológicas para as atitudes de Jango em sua condição física: “Ao que se sabe, muitos cirurgiões lhe garantiram, através dos anos, que poderia corrigir o defeito que tem na perna esquerda. Mas o horror à ideia de dor física fez com que Jango jamais considerasse a sério o conselho. Talvez por isso tenha cometido o seu suicídio indolor na Páscoa”.
Carlos Heitor Cony, ao ajudar a escrever o editorial “Basta!”, pedia a destituição de Jango.
Já Carlos Heitor Cony ajudou a escrever os editoriais “Basta!” e “Fora!”, publicados pelo Correio da Manhã, nos quais se clama pelo despeito à Constituição e pela deposição do presidente. Tudo porque Jango mexeria nos muitos privilégios dos ricos. Dou essa palhinha. Deixo o essencial para quem quer ler o livro, que poderia se chamar também origens ou consolidação da imprensa golpista.
***
Leia também:

12 anos do golpe na Venezuela; no passaram NO PASSARON

Foto: Tentativa de golpe na Venezuela 2002: o Povo disse NÃO!
Para não esquecer.
E para pensar no papel das mídias privadas no fomento dos golpes de Estado.
"Esos pliegues de la vida,
esas inesperadas mostraciones de algo que uno no había sospechado
y que de golpe ponen todo en crisis." - Julio Cortázar, Rayuela


lembrar pra não repetir:

Tentativa de golpe na Venezuela 2002: o Povo disse NÃO!
Para não esquecer.
E para pensar no papel das mídias privadas no fomento dos golpes de Estado.
"Esos pliegues de la vida,
esas inesperadas mostraciones de algo que uno no había sospechado
y que de golpe ponen todo en crisis." - Julio Cortázar, Rayuela

Onde Está Osvaldão?

http://player.vimeo.com/video/78592661



Via Marluzio
"A força dos punhos e os quase 2m de altura eram proporcionais à coragem que carregava no peito. Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão, é lembrado até hoje como um dos principais integrantes da Guerrilha do Araguaia, na década de 1970. Mas antes de entregar sua vida por um ideal após o Golpe Militar, foi campeão de boxe defendendo as cores do Vasco da Gama em torneios no Rio de Janeiro.

- Ele era gigante. Tinha 1,98m de altura. Um bom porte físico para a prática de esporte, mas também para ser guerrilheiro. Ele era um dos guerreiros mais conhecidos do Araguaia. Surgiram lendas de que era um guerrilheiro sobrenatural, que ficava até invisível para fugir do Exército – disse o escritor Bernardo Joffilly, autor do livro ‘’Osvaldão e a Saga do Araguaia’’. "