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sexta-feira, 10 de maio de 2013

USTRA NA COMISSÃO DA VERDADE: O PITI ANUNCIADO


Reduzir a pó de  traque a racionália falaciosa e performance colérica do torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra é tão fácil que, no meu caso, equivale a bater em bêbado. 

Então, não perderei muito tempo escrevendo uma  crônica do piti anunciado, que só serviria para dar destaque imerecido ao mafuá armado na Comissão da Verdade. 

Prefiro liquidar o assunto sucintamente:
  • Que a convocação do Ustra não lançaria luz nenhuma sobre assunto nenhum eram favas contadas. Como a presidente Dilma Rousseff, há alguns meses, cobrou da Comissão iniciativas que repercutissem mais na mídia, certamente o que se viu nesta 6ª feira (10/05) não passou de uma óbvia tentativa de atender a tal exigência de espetacularização --tanto que se tratou da primeira sessão do colegiado aberta ao público. Só que os crimes perpetrados por Ustra e seus cúmplices foram hediondos demais para que uma  tempestade de som e fúria significando nada  alivie minimamente nossa dor. Se não nos deram justiça, ao menos poupem-nos de farsas. 
  • Em meio à enxurrada de mentiras e asneiras, Ustra disse algo aproveitável: o Exército brasileiro e os generais ditadores foram mesmo os maiores culpados pelo festival de horrores para o qual ele concorreu como vil e servil instrumento. Considerada a correlação de forças do poder de então, um Delfim Netto, ao dar carta branca para o aparato repressivo (como signatário que foi do AI-5), teve responsabilidade muito maior nas carnificinas e atrocidades do que paus mandados como o Ustra, o Fleury e o Curió.
  • Foi pitoresco o Ustra negar a prática de torturas e, ao mesmo tempo, esquivar-se de responder se no DOI-Codi paulista, por ele comandado, existiam a  cadeira do dragão  e o  pau-de-arara. É claro que existiam! Ambos, aliás, me foram apresentados pelo tenente-coronel Waldyr Coelho, seu antecessor, quando por lá passei em abril de 1970. Como eu estivera muito próximo de um enfarte no dia anterior, cheguei do RJ com a recomendação de que não me torturassem em SP. Então, o frustrado comandante se limitou a me conduzir numa  turnê educativa  pelas dependências de sua filial do inferno, mostrando-me aquilo de que eu me safara por ser prisioneiro dos co-irmãos cariocas. Depois, sempre que pernoitava no DOI-Codi/SP após uma audiência nas auditorias do Exército, os gritos dos supliciados não me deixavam pregar o olho. Daí eu já ter comentado que só seria crível  a afirmação do Ustra, de desconhecer as torturas praticadas sob seu nariz, se ele apresentasse um atestado de surdez...
  • Há várias testemunhas, como o companheiro Ivan Seixas, de que o Ustra punha, sim, a mão na massa, participando pessoalmente das sevícias. Mas, no fundo, isto é secundário, em se tratando do comandante de um órgão sobre o qual pesam (durante sua gestão) mais de 500 denúncias de torturas e no qual pelo menos 50 prisioneiros indefesos foram covardemente executados. Os comandantes de Auschwitz e Buchenwald, tendo ou não assassinado eles próprios os presos, foram responsáveis por cada um dos exterminados nos respectivos campos de concentração. Eram bestas-feras; e o Ustra também.
  • A mais acachapante avaliação que alguém já fez de Ustra é a do ex-ministro da Justiça José Carlos Dias: "emporcalhou com o sangue de suas vítimas a farda que devera honrar". Ambos estiveram frente a frente na audiência da Comissão da Verdade e, como sempre, o  torturador símbolo do Brasil  foi incapaz de dar uma  resposta à altura, apesar das bravatas que vomita em livros e sites. Ele berra "lutei, lutei e lutei", mas vale muito pouco quando se trata de confrontar um homem em igualdade de condições.

Dep. Luiza Erundina fala sobre o PL 573/2011 que revê a Lei da Anistia

 A LUTA para PUNIR torturadores ( crime de lesa humanidade  que não tem perdão - Carta Internacional de DH)

Informativo Especial - Audiência Pública PL 573/2011 / Lei da Anistia - Maio de 2013 Mandato DEP. Federal Luiza Erundina

http://youtu.be/IwEdA4Bjp8Y

Audiência Pública realizada pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania debateu o Projeto de Lei N° 573/2011, de autoria da dep. Luiza Erundina, que dispõe sobre a revisão da Lei da Anistia. Assista na íntegra clicando aqui.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

A prioridade em Cuba é impedir que as pessoas fiquem doentes, em primeiro lugar. Que VENHAM os Médicos CUBANOS.

Enviado por Paulo Ávila
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-espirito-da-medicina-cubana/


O espírito da medicina cubana

Diario do Centro do Mundo 9 de maio de 2013 4

Num momento em que se debate tanto se vale a pena ou não importar médicos de Cuba, o Diário faz um mergulho no tema.

Estudantes americanos formados pelaaclamada Escola de Medicina América Latina

O que a Grã-Bretanha pode aprender com o sistema médico de Cuba?

Assim começou uma reportagem de um dos mais prestigiosos programas jornalísticos britânicos, o Newsnight, da BBC.

Uma equipe do programa foi enviada a Cuba para entender por que é tão comum o “olhar de admiração” sobre a medicina cubana.

O Diário selecionou trechos que jogam luzes sobre um tema que vem despertando discussões apaixonadas no site e fora dele: a questão da importação de 6 000 médicos cubanos para trabalharem em áreas remotas no Brasil.

O relato do Newsnight foi acrescido de trechos do relatório de uma visita de integrantes do Comitê de Saúde do Parlamento britânico. Da mistura surgiu um retrato da saúde de Cuba.

Bom proveito.



“A lógica subjacente do sistema cubano é incrivelmente simples. Em razão principalmente do bloqueio econômico americano, a economia cubana continuamente sofre.

Saúde, no entanto, é uma prioridade nacional, por razões em parte românticas : Che Guevara, ícone do Partido Comunista, era médico. Mas muito mais por pragmatismo: a saúde admirável da população é certamente uma dos principais razões pelas quais a família Castro ainda está no poder.

A prioridade em Cuba é impedir que as pessoas fiquem doentes, em primeiro lugar.

Em Cuba você recebe anualmente a visita de um médico. A idéia não é apenas verificar a sua saúde, mas ter um olhar mais amplo sobre seu estilo de vida e o ambiente familiar. Essa visita é feita de surpresa, para ser mais eficiente.

Os médicos estão espalhados por toda a população, e o governo lhes fornece habitação, bem como às enfermeiras.

A expectativa de vida em Cuba é maior do que a dos Estados Unidos. A relação médico-paciente ser comparada a qualquer país da Europa Ocidental.

Há em Cuba um médico por cada 175 pessoas. No Reino Unido, é 1 por 600 pessoas.

Cuba dá ênfase à formação generalista. O currículo foi alterado na década de 80 para garantir que mais de 90 por cento de todos os graduados completem três anos em clínica geral.

Há um compromisso com o diagnóstico triplo (físico / psicológico / social). Os médicos são reavaliados frequentemente.

Também chama a atenção a Policlínica – uma engenhosa invenção que visa proporcionar serviços como odontologia, pequenas cirurgias, vasectomias e raios-X sem a necessidade de uma visita a um hospital.

Cada Policlínica tem uma série de especialistas (pediatria, ginecologia, dermatologia, psiquiatria) que resolvem boa parte dos problemas de saúde das comunidades e assim reduzem a necessidade de busca de hospital. Com isso, a lista de espera nos hospitais é quase inexistente.

Todos os lugares que visitamos eram geridos por profissionais da saúde (médicos e enfermeiros).

Fizemos uma visita à Escola de Medicina América Latina, onde médicos estagiários de todo o mundo - muitos deles, para nossa surpresa, americanos – recebem treinamento à moda cubana.

E nos deparamos em nossa visita com pequenos detalhes que podem fazer uma grande diferença: pelotões de aposentados se exercitando todas as manhãs nos parques de Havana.

Apesar de os hospitais não serem equipados com o nível de TI encontrado no Reino Unido, por causa do bloqueio americano, os profissionais de saúde têm uma paixão por dados e estatísticas que eles usam com freqüência para fins de governança na saúde.

O contexto da revolução cubana e as estruturas sociais desenvolvidos localmente levaram ao envolvimento contínuo do Estado no sistema de saúde. Isto é visto não como a cereja no topo do bolo, mas como uma parte muito importante do próprio bolo.



Ditadura a vista: juntos o STF e a mídia Golpista




 no link http://www.brasil247.com/pt/247/poder/101256/Vossa-Majestadade-Joaquim-Barbosa---Sois-Rei!.htm

 o artigo Vossa Majestadade Joaquim Barbosa - Sois Rei!
de DAVIS SENA FILHO
inicia atestando 'As dores na coluna do presidente do STF, Joaquim Barbosa, não servem de forma alguma como desculpa para o magistrado ficar em uma posição em que se torna nítida e, por conseguinte, visível sua pose autoritária' e eu concordo: pq. precisamos de um presidente que fica de quatro?

e segue: ...'o juiz supremo não se faz de arrogado, e, por saber que não é rei, transformou-se em uma autoridade majestosa, pois absoluto que é ao se apresentar à sociedade, bem como aos chefes de estado, de governo, do Parlamento e aos seus quase iguais do Judiciário.

Joaquim Barbosa é absolutista, .... Sua personalidade irascível e a vocação para o embate estimulam o conflito, e, consequentemente, criam aberturas para que os oportunistas, os golpistas e os manipulares promovam crises artificiais, que, de tão corriqueiras nesses últimos 11 anos, transforma a República em um “reino” de fofocas, picardias, maledicências, denúncias vazias e acusações irresponsáveis.

... o mais importante juiz do País deixa por momentos de ser magistrado para se transformar em um condestável de capa preta, que se sente acima de todos, pois sois rei. Sois rei!

Não há fotografia publicada na imprensa em que se vê o majestoso juiz a receber as pessoas e, igualmente a elas, sentar-se para conversar sobre o assunto em pauta. Não. Nem pensar. O juiz claramente demonstra arrogância e prepotência, como a dizer ao seu interlocutor: “Se você disser qualquer coisa que eu não concorde mesmo se for sensato, verdadeiro ou justo, vou te passar um “carão”, uma reprimenda, que vai ficar difícil até para você dormir”....

A postura do juiz Joaquim Barbosa não condiz com os princípios republicanos. Os Poderes da República são diferentes, mas iguais no que diz respeito à independência de cada instituição. ... O STF precisa, urgentemente, providenciar um trono. É isso aí."


E QUANDO junta uma 'ordem golpista' - STF e uma MÍDIA tradicionalmente GOLPISTA...
E enviado por Paulo Ávila, entenda o RISCO BRASIL de DITADURA


nandatardin@yahoo.com.br http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-o-stf-pagou-uma-viagem-a-uma-jornalista-do-globo/




Por que o STF pagou a viagem da jornalista do Globo

Paulo Nogueira 8 de maio de 2013

A resposta é simples: para que fossem publicadas reportagens positivas sobre Joaquim Barbosa.





JB entre o diretor do Globo e João Roberto Marinho de óculos) numa premiação: proximidade indevida

O que leva alguém a pagar uma viagem para jornalistas?



O leitor pode se fazer essa pergunta, depois de saber que uma jornalista do Globo viajou para a Costa Rica ‘a convite’ do Supremo, para cobrir falas de Joaquim Barbosa.



A melhor resposta é a mais simples: você paga porque deseja aparecer. Você quer que sejam publicadas reportagens sobre você. E como você pagou, está compreendido que a cobertura será positiva.



O STF queria, portanto, que o Globo fizesse textos sobre Joaquim Barbosa que, no fundo, seriam muito mais publicidade do que jornalismo.



O problema aí é o seguinte: qual o interesse público que justifica o STF gastar dinheiro do contribuinte numa operação destinada a engrandecer apenas e apenas Joaquim Barbosa?



Nenhum.



Mais do que as cifras envolvidas, o que chama a atenção é a atitude das duas partes: o STF por ter “convidado” e o Globo por ter aceito.



Está claro que o que moveu Barbosa foi a vaidade. Teria ele se viciado em aparecer no noticiário, vencido pelo deslumbramento?



É uma possibilidade.



Se Brian Leveson, o discreto juiz que comandou as discussões sobre a mídia na Inglaterra, fizesse algo parecido – não faria, vamos logo dizendo – sua carreira estaria automaticamente liquidada.



A organização jornalística que fizesse o que o Globo fez cairia em completo descrédito, também.



O interesse público ordena que os poderes – a mídia incluída — mantenham distância rigorosa, por razões óbvias: eles devem se fiscalizar uns aos outros.



Em nome da transparência, a mídia deveria investigar e publicar qual é o orçamento do STF. De quanto dispõe para despesas como aquelas relativas à viagem? É dinheiro do contribuinte. Mas quando existe proximidade isso jamais acontece.



Na grande frase de Pulitzer, um dos maiores editores da história do jornalismo, “jornalista não tem amigo”.



No Brasil é diferente, e é uma pena. Você vê o ministro Gilmar Mendes confraternizando – à luz do dia – com jornalistas como Reinaldo Azevedo. (Aquele que escreveu, contrito, que Maggie Thatcher morreu “pobre”, com sua casa em Londres avaliada em 13 milhões de libras.)



Você vê o jornalista Merval Pereira acertando um prefácio – abjetamente bajulador — de um livro com o ministro Ayres Brito em pleno julgamento do mensalão.



E depois somos obrigados a vê-los lado a lado em sessões de lançamento do livro.



Isso tem um nome: corrupção nos costumes.



Dias atrás, jantei com um amigo, brilhante jornalista, e ele me contou uma história exemplar. Seu pai, nos anos 1940 e 1950, foi juiz. Com frequência, recebia telefonemas de advogados que queriam marcar uma conversa. Jamais ele aceitou. Repito: jamais. “Quer conversar? Muito bem. Então vamos marcar uma conversa no Fórum, diante do escrivão”, dizia o juiz.



Não era exatamente este tipo de conversa que eles procuravam, naturalmente. Mas é assim que um juiz deve se comportar. Semanas atrás, os brasileiros souberam que um advogado estava prestes a pagar um superfesta de aniversário para Luiz Fux, do Supremo.



Perdemos a noção?





Merval, Gilmar Mendes e Ayres Brito: essa proximidade não é nada boa para o interesse público

O Diário confia em que vai chegar o dia em que a sociedade olhará para essas coisas e se perguntará: como toleramos tudo isso, como aceitamos todos esses insultos?



Considere o interesse público.



Imagine que vá dar no STF uma disputa bilionária entre a Globo e a Receita Federal.



Que isenção o “Zé do Povo” — para empregar a expressão reveladora usada pelo patriarca do Globo, Irineu Marinho — pode esperar dos juízes do Supremo?



Foi com imensa satisfação que nós, do Diário, vimos a repercussão do texto sobre a viagem patrocinada pelo STF.



No momento em que escrevo, são quase 6 000 likes e 500 compartilhamentos no Facebook e 515 retuítes. Fora do Diário, o artigo foi reproduzido em todos os sites relevantes do Brasil.



Isso é auspicioso por uma razão: mostra que a capacidade de indignação do brasileiro não está adormecida.



E este é o primeiro passo para que as coisas mudem.












Eu luto pela VIDA. Eu apoio a vinda de médicos Cubanos



Para que TODOS TENHAM VIDA.... QUE VENHA CUBA.


.

pq. Prevenir é melhor que remediar. que os CORREDORES MORBIDOS do SUS no BRASIL possam ficar menos vazios? só PREVENINDO. Que VENHA CUBA> e a MEDICINA HUMANIZADA, PREVENTIVA, ...referencia mundial



http://juntosomos-fortes.blogspot.com.br/2013/05/viva-sim-sao-os-deuses-cubanos-governo.html

quarta-feira, 8 de maio de 2013

DOCUMENTArio : "Araguaia: campo sagrado".

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=e44hXBBaHrw

Marcos Cesar


"Araguaia: campo sagrado". Assista aqui o documentário lançado hoje (7/5)

DOCUMENTÁRIO COM NARRATIVAS DE CAMPONESES VÍTIMAS DA AÇÃO DO EXÉRCITO NO EPISÓDIO DA GUERRILHA DO ARAGUAIA

Prestes A Ressurgir: "Araguaia: campo sagrado". Assista aqui o documentário lançado hoje (7/5)

prestesaressurgir.blogspot.com

Araguaia: Campo Sagrado

Do Blog Prestes a Ressugir para multiplicação e luta.

Pq. Conhecer a História é preciso.
Ditadura Nunca Mais!

Comissão da Verdade expõe dor da infância roubada pela ditadura

Não é vingança é JUSTIÇA! Adelante.

OS 12 TORCEDORES SEQUESTRADOS NA BOLÍVIA E A TIBIEZA BRASILEIRA


Eis uma informação da Folha de S. Paulo desta 4ª feira (08/05): 
"O grupo de deputados que trata da prisão dos 12 corintianos na Bolívia se reuniu ontem com representantes de três ministérios e com a OAB para discutir os avanços no caso. 'Os próximos 15 dias serão decisivos', diz Nelson Pellegrino (PT- -BA). O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, viaja à Bolívia na próxima semana para conversar sobre o tema com autoridades locais"
Eis o que escrevi há quase dois meses, no dia 11/03:
"...sendo um cidadão dotado de espírito de Justiça, considero ARBITRÁRIOINCONCEBÍVEL e INACEITÁVEL que, por conta do homicídio culposo cometido por UM torcedor, DOZE estejam presos há 20 DIAS... 
...Estão servindo de BODES EXPIATÓRIOS para as autoridades de lá, PRINCIPAIS CULPADAS PELO OCORRIDO, já que aquele apetrecho naval jamais poderia ter entrado na Bolívia nem no estádio. 
É melhor para elas que a ira popular esteja sendo direcionada contra os detidos e ninguém se lembre de perguntar por que não houve revista policial na fronteira e, sequer, na catraca.
Desde quando se admite o ingresso com ARMA numa competição esportiva?! Granadas também podem? E metralhadoras?
As autoridades de cá estão agindo com tibieza vergonhosa, ao não defenderem da forma mais enérgica BRASILEIROS FLAGRANTEMENTE INJUSTIÇADOS NOUTRO PAÍS.
Já passou da hora de mostrarem algum serviço, pois suas frouxas gestões não tiveram resultado prático nenhum e vêm sendo olimpicamente ignoradas pelos bolivianos".
Demorou demais para a ficha cair, se é que realmente caiu.

Vamos ver se, a partir de hoje, nossas autoridades deixam de agir com a TIBIEZA VERGONHOSA que vem caracterizando sua atuação no episódio.

Por enquanto mantenho tal avaliação, pois ela é mais do que merecida. Tenho certeza de que, se os injustiçados pertencessem à classe média ou à elite, as gestões brasileiras teriam sido incisivas e imediatas.

A Justiça boliviana está agindo de forma tão aberrante que já se justifica uma queixa à OEA.  É o caminho inescapável para o Brasil, caso o sequestro não cesse nos próximos "decisivos" 15 dias.

Mudamos da água pro vinho ou simplesmente trocamos seis por meia dúzia? (Mudamos, evoluímos ou estacionamos?)





Fernando Soares Campos

           

Dia desses assisti, no Canal Brasil, ao programa Espelho, apresentado pelo ator Lázaro Ramos, que entrevista personalidades dos mais diversos âmbitos da ação, do pensamento e do conhecimento. Dessa vez, o encontro se deu com a psicanalista Regina Navarro Lins, autora de vários livros que se expressam em temas relacionados com sexo, casamento, amor, “Fidelidade Obrigatória e Outras Deslealdades” – citando aqui o título de uma de suas obras.

Pesquisadora e estudiosa dos elementos estruturais da psique e suas manifestações, dedicada com maior empenho à sexologia, a professora Regina Navarro expôs  suas opiniões sobre problemas referentes à sexualidade humana, destacando questões que dizem respeito ao comportamento conjugal determinado por heranças culturais entre gerações: costumes e tradições que revelam certas características da identidade de um povo, tais como traços psicológicos e códigos morais.

Quando decidi escrever a respeito das explanações da entrevistada, acessei o site do Canal Brasil com o propósito de rever a entrevista, caso o quadro televisivo estivesse disponível em vídeo para qualquer internauta; porém, ali, só encontrei um pequeno trecho em aberto; é possível que o acesso à íntegra do programa somente esteja à disposição de assinantes. Entretanto, quase que por acidente no curso de minhas pesquisas no Google, encontrei a mesma Regina Navarro sendo entrevistada por Marília Gabriela no canal GNT, programa postado no blog Quebrando Tabus, disposto em cinco vídeos que oferecem, ao término de cada apresentação, links para o acesso a entrevistas da mesma psicanalista em outros programas de televisão: Roda Viva, Márcia Peltier e Roberto D’Ávila. Só então pude notar que se trata de uma celebridade que deixou a carreira acadêmica e está ascendendo à popularidade através dos meios de comunicação de massa. Assisti a todas as exibições, a fim de melhor embasar as minhas impressões.

O ponto mais polêmico entre as teses defendidas pela entrevistada é a sua proposta ao fim do “pacto de fidelidade” entre cônjuges, chegando mesmo a prever iminente dissolução desse suposto acordo, que, conforme pesquisas suas, teria se originado  com o advento do “amor romântico”, tendo este alcançado o apogeu oito séculos depois, a partir de 1940, enaltecido e propagado através das produções hollywoodianas.

Sentir-se amada e desejada

Regina reconhece que a mentalidade prevalente seja a de que “quem ama não admite que o parceiro ou parceira transe com outro”. Porém, como alternativa ao amor romântico e sua característica mais marcante (o pacto de fidelidade), ela prega que, se alguém “se sente amado e desejado”, nada mais poderia querer ou exigir do(a) parceiro(a). Entretanto, não seria essa uma postura favorável ao incremento das exigências consequentes de um pacto de fidelidade?

Analisemos.

Sentir-se apenas amado e desejado é uma condição passiva, não representa um comportamento sentimental de correspondência mútua, enaltece tão somente o poder de sedução, provavelmente mais intenso na figura feminina. No entanto, em ambos os gêneros, pode causar sensação de deslumbramento, de encanto, tanto quanto a paixão  o amor incontrolado  é capaz de obscurecer a razão.

Imaginemos alguém fascinado pela sua própria influência sedutora, seja de qualquer modalidade (dom-juanesca ou através dos aspectos físicos). Geralmente são pessoas que se sentem amadas e desejadas. Por motivos diversos, esses poderes podem deixar de funcionar: a verbosidade artificial e astuciosa, em determinado momento, já não convence, e o corpo sofre as mutações impostas pela ação do tempo.

Estamos acostumados a ouvir as pessoas afirmarem que quem ama não mata, não maltrata, não faz sofrer... Até aí apenas corroboramos os Dez Mandamentos, que prega a inação: não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás a mulher do próximo, entre outros não-farás.

Porém o amor não pode ser compreendido através de um comportamento passivo ou inerte. Amar pressupõe agir, fazer, criar, acariciar, fazer alguém feliz, respeitar, compreender, ter disposição para perdoar culpas e erros...

“Se você se sente amado(a) e desejado(a), o que mais você quer ou precisa?”, pergunta a psicanalista, acreditando que isso é tudo o que necessitamos para a realização da vida a dois. Porém, ao invés de postura passiva, o ideal não seria o contrário? Ou seja: “se amo e desejo” (comportamento ativo), só assim poderei admitir a liberdade sexual do meu parceiro ou parceira. Principalmente “se amo”, pois colocar esses dois sentimentos assim, em funções complementares, pode-se incorrer em grave contradição, visto que a intensidade do “desejo” pode vir a se constituir em fator de adversidade à expansão ou simples manifestação do “amor”. Acredito que seria mais coerente dizer que, “se amo”, respeito, pois compreendo, por processo empático, o comportamento do meu parceiro, seja convencional ou transordinário; talvez, até o estimule a libertar-se de possíveis frustrações impostas por usos e costumes sociais estabelecidos.

Sentir-se amado e desejado não corresponde necessariamente a ser amado e desejado. Podemos nos “sentir amados”, no entanto jamais poderemos ter a certeza de que o somos. Só podemos ter certeza dos nossos próprios sentimentos: se amamos, odiamos ou se somos indiferentes. Assim como somente nós mesmos temos verdadeiro conhecimento do grau de intensidade do amor que sentimos, das suas nuances, relatividades e motivações (dizem que o dinheiro compra até amor sincero).

O amor romântico “teve início” no século XII e está dando sinais de “sair de cena”, diz a entrevistada. Amor romântico, em sua visão, equivale a puro egoísmo, gerando ciúme exacerbado, incontrolável. Na verdade, aí não estamos falando propriamente de amor, mas sim de paixão, sentimento que costuma arrefecer em curto prazo e pode, gradativamente, dar lugar ao amor natural. Porém, se tiver causado fortes danos às faculdades de raciocinar, sentir, avaliar, compreender e concluir logicamente, então, nesse caso, revela-se apenas como fogo-fátuo.

Regina afirma que o problema do amor romântico é que as pessoas se casam criando um conjunto de expectativas ideais em relação ao parceiro e acabam se frustrando. Certamente a expectativa de que os dois se tornarão um só, ou mesmo acreditar no mito da alma gêmea, atrapalha, frustra aquele que assim pensa e não é capaz de refazer seus conceitos na medida em que se desenrola a união conjugal.

A pílula

Em quase todos os programas, a entrevistada afirma que o surgimento da pílula anticoncepcional é responsável por suposta atitude da mulher, pois, a partir daí, o homem teria perdido o poder de exclusividade no controle da concepção. Porém Regina garante que existe um acelerado processo de mudança, com a tendência para que o casamento se torne cada vez mais “aberto”, em que ambos os cônjuges aceitem relacionamentos extraconjugais. Seria, para ela, o fim do pacto de fidelidade. Entretanto admite que, com o surgimento da pílula e controle da concepção, as mulheres não optaram por comportamento “revanchista”, do tipo: “Bom, se agora eu não corro mais o risco de uma gravidez ‘indesejada’, vou agir como os homens agem, vou à luta por novos parceiros, não me obrigo a cumprir o suposto pacto”. Pelo contrário, as mulheres, segundo a pesquisadora Regina Navarro, passaram a exigir exclusividade com maior ênfase. Estranha é essa reiteração de comportamento, agora ainda mais aguçado. Talvez isso se explique pelo fato de a mulher querer se sentir mais amada e desejada (o ideal, para Regina) que amar e desejar. O amor liberta, mas não apenas o amor que sentem por nós. Este pode até nos ajudar no processo de libertação, mas o amor que sentimos pelos outros é que deveria se constituir no verdadeiro instrumento libertador de nós mesmos.

Traição e dar satisfações ao parceiro

Regina Navarro assevera que o termo “traição” não lhe diz nada, quando se trata de sexo. Realmente, traição não tem nada a ver com o sexo propriamente dito, mas sim com os nossos comportamentos em seus mais amplos aspectos.

Lembrei-me de uma história contada por um jornalista e escritor brasileiro relatando experiência que ele teria vivenciado na companhia de um casal italiano. Contou que estava visitando esses seus amigos quando percebeu que o marido sutilmente o estimulava a ter relação sexual com a esposa. Inibido, ele teria se esquivado, e não rolou nada. Tempos depois, já no Brasil, soube que o amigo italiano havia-se suicidado. Motivo: a mulher o traíra tendo relações amorosas com outro parceiro, mas o fazia às escondidas, sem nada lhe participar, fato que teria caracterizado a traição.

Para Regina Navarro, um cônjuge não tem que dar satisfações ao outro. Se perguntado sobre possível relacionamento extraconjugal, a resposta deveria ser: “Não tenho satisfações a lhe dar”, diz ela imprimindo o tom da resposta: incisivo, até agressivo. No entanto, em outro programa, ela afirma que“qualquer prática sexual só tem sentido se as duas pessoas quiserem mesmo”. Evidente. Mas isso implica também dizer que qualquer relacionamento conjugal só tem sentido se as duas pessoas se combinarem e participarem um ao outro suas experiências em qualquer âmbito de ação.

Em um dos programas, Regina conta que uma das alegações de muitas mulheres tentando influenciar outras a não aceitar que o parceiro ou ela mesma tenha experiências fora da relação a dois seria o “perigo” de passar a gostar do outro e se separar. Mas isso, para a psicanalista, não tem fundamento, porque só com a diversidade de parceria o casamento será maravilhoso. Porém ela fala de outra nova tendência, aquilo que os norte-americanos estariam chamando de “divórcio grisalho”, que é a separação de casais em muito adiantada vida conjugal. E ela justifica o “fenômeno” dizendo que isso acontece porque “Os velhos viviam jogados pra escanteio, hoje, o velho de classe média pra cima, ele tem aula de canto, de teatro, grupo de não sei o quê, van que pega, passeia. Os velhos hoje fazem o que quiserem, não ficam mais num... [alguém a interrompe e lembra: “Viagra”] Viagra... É por isso que está havendo o divórcio grisalho. Nos Estados Unidos as pessoas estão se divorciando com 70, 80...[anos de idade]”.

Agora vejamos: isso talvez explique aquela preocupação de determinadas mulheres em relação à diversificação de parceiros. Ou seja: ao invés de os relacionamentos múltiplos, de ambas as partes, fortalecerem a vida conjugal, esse comportamento não estimularia a separação? Não estou afirmando que concordo com a preservação de um pacto de fidelidade forçando o parceiro a se manter distante de outras pessoas. Menos ainda que os idosos sejam desprezados, jogados para escanteio.

O ditado “quem nunca comeu melado quando come se lambuza” pode definir, de certa forma, o entusiasmo que as pessoas menos experientes, principalmente os mais jovens, sentem e que as impelem ao arrebatamento das paixões. Os idosos desamados ou nunca suficientemente amados, jogados pra escanteio por longo período, podem agir da mesma forma. E, provavelmente, tais comportamentos acontecem devido ao egoísmo consequente da postura daqueles que querem apenas se sentir desejados e, por isso, amados mais do que amar.

Falamos frequentemente que certos casais já não se amam, apenas se respeitam, se toleram, como se respeito e tolerância não fossem expressões de amor amadurecido. O problema é que, talvez inconscientemente, às vezes imprimimos ao termo tolerar a conotação de penalidade imposta, apesar de tanto condenarmos a intolerância às opções, atitudes ou condições alheias.

A meu ver, a separação ocorre com muito mais frequência devido ao fator “individualismo”, estimulado por Regina Navarro quando diz: “Se você se sente amado(a) e desejado(a)” não precisa de mais nada para ser feliz na vida a dois. Quando, por coerência, deveria dizer: “Se você se sente amando e sendo amado, desejando e sendo desejado, que mais você pode querer?” Ou ainda, para as pessoas mais compreensíveis, mais tolerantes, mais respeitadores dos direitos individuais, sentir amor, mesmo que aparentemente não correspondido, implica compreender, ou simplesmente tolerar, o comportamento do outro, desde que não sejam atitudes de agressividade em qualquer de suas formas.

“Dois mil anos de sexo como uma coisa suja e feia”, diz Regina Navarro no programa Marília Gabriela Entrevista.

A pesquisadora Regina Navarro garante que, com o advento do Cristianismo, tornou-se proibido o amor romântico; a partir de então, só se podia amar a Deus, ficando proibido o amor entre as pessoas.

Muito pelo contrário, antes de Jesus, as escrituras hebraicas determinavam, através do primeiro dos dez mandamentos: “Amar a Deus sobre todas as coisas”, os demais mandamentos versam sobre o não-fazer, a inação. Já tratamos disso.

Instigado a interpretar as Sagradas Escrituras Hebraicas, mais especificamente sobre a Lei do Amor, Jesus se refere ao capítulo 6, versículo 5, do livro Deuteronômio, ratificando o que lá está escrito: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento”. Mas acrescenta: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. Quer dizer: o Cristianismo amplifica a Lei do Amor, estimulando as pessoas a se amarem reciprocamente e não só com simpatia, mas com empatia, colocando-se no lugar do outro com o propósito de sentir e compreender suas angústias, sofrimentos, alegrias, paixões... Amar aos outros como se ama a si próprio. Porém, se os pretensos seguidores da Doutrina Cristã deturparam (deturpam) os ensinamentos do Cristo, com interpretações propositadamente distorcidas, a fim de atender aos seus mais mesquinhos interesses pessoais, isso é outra questão. Não foi o Cristianismo que inaugurou o atraso, são os falsos cristãos quem o mantêm.

Dos contos de fada às telenovelas e propagandas comerciais

A psicanalista Regina Navarro fala da influência negativa que alguns contos de fada causaram na formação da “mulher frágil”: Cinderela, Branca de Neve e A Bela Adormecida, cita esses como exemplos. Casos em que a mulher acaba sendo protegida e salva por príncipes encantados. Mas acredita que novelas e propagandas comerciais, hoje, estão formando uma mentalidade positiva, homogeneizando os valores culturais entre as diversas cidades e regiões do País. É um disparate inadmissível para uma pessoa como ela, que possui elevado grau de instrução e, certamente, deve ter ampliada noção do estrago que os meios de comunicação de massa têm feito no psiquismo das pessoas, em geral tratadas apenas como consumidoras.

Cinderela, Branca de Neve e a Bela Adormecida precisaram de muitas décadas para difundir o ideal da “mulher frágil”, essa que não precisa amar o príncipe encantado, a quem lhe basta sentir-se amada e desejada.  (Acho que a psicanalista não atentou para esse detalhe: apenas se sentir amada e desejada como condição para a satisfação integral é sentir-se como as personagens dos contos de fada.) Mas as telenovelas e as propagandas, tanto quanto os telejornais, programas de auditório e todo o lixo intelectualoide que geram as pretensas artes visuais destinadas ao povaréu, precisam apenas de alguns minutos de audiência para fazer as massas mudarem para permanecerem na mesma condição de ignorância mantida há séculos.

Num determinado momento, Regina Navarro afirma que os valores culturais influenciam, moldam a formação do nosso inconsciente (óbvio; aliás, a obviedade é a característica básica da argumentação profissional da psicanalista), mas que a Rede Globo estaria aí mesmo para esclarecer as pessoas, com o conteúdo de suas novelas. No Roda Viva ela cita apenas as novelas, mas, em outro programa, destaca até a “importância” das propagandas no processo de despertar das consciências. Parece ingenuidade, mas não é. Regina Navarro foi, é ou pretende ser (li alguma coisa a respeito disso, mas não me lembro onde) assessora, consultora, da produção de um dos programas da Rede Globo e quer continuar vendendo livros a rodo. Está explicada a bajulação.

Em relação ao progresso científico, é incontestável que avançamos a passos largos; mas, afinal, do ponto de vista moral e ético, mudamos para permanecer os mesmos ou evoluímos de verdade em algum sentido?

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Regina Navarro no programa Roda Viva, comandado por Marília Gabriela

 

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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA

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terça-feira, 7 de maio de 2013

Viva!!!!! SIM, são os Deuses CUBANOS. Governo brasileiro "importa" 6.000 médicos cubanos para trabalhar em áreas carentes -




Governo brasileiro "importa" 6.000 médicos cubanos para trabalhar em áreas carentes -
Notícias - R7.


noticias.r7.com

O governo brasileiro se prepara para importar 6.000 médicos cubanos para trabalhar no interior do Brasil. O anúncio foi feito nesta segunda-fe....




DEMOROU.... comemoremos!.



adorei. Saúde é direito do POVO, que venha a nós a REFERENCIA........

Abaixo o PEC que proibe a médicos brasileiros formados em Cuba trabalharem no Brasil





Viva os enviados de Deus.Viva Cuba.Viva a medicina de Cuba, Prevenir é melhor que remediar....

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Gildevan - UM DEPUTADO SANGUESUGA e TARADO? Muda ALES, MUDA

via Débora Cardoso


há 18 horas

Em maio de 2009, quando, a Justiça Federal atendendo pedido do Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES), condenou o ex-prefeito de Pinheiros e deputado estadual eleito pelo Partido Verde (PV), Gildevan Alves Fernandes, por envo...lvimento no esquema de licitações irregulares para a compra de ambulâncias que ficou conhecido como Máfia dos Sanguessugas. A ação foi ajuizada em 29 de maio de 2009.

As irregularidades na Prefeitura de Pinheiros, em 2002, geraram superfaturamento de R$ 17.242,00 na compra de unidade móvel de saúde; em 2005, o superfaturamento foi de R$ 12.006,02, na aquisição de outro veículo semelhante.



Por esse crime o MPF/ES condenou Gildevan à perda da função pública que eventualmente esteja ocupando no momento do trânsito em julgado da sentença; à suspensão dos direitos políticos por cinco anos; ao pagamento de multa em valor equivalente ao dobro do valor do dano, que deverá ser revertida em favor de instituição de assistência social preferencialmente localizada em Pinheiros; e ao ressarcimento integral do dano.

Faleceu o companheiro Leonel Itaussu

via Carlos Eugênio Clemente.



Faleceu o companheiro Leonel Itaussu

www.rededemocratica.org

Nosso companheiro Leonel Itaussu, ALN e um dos fundadores de nosso Instituto Rede Democrática, além de coautor da Carta Programa de minha candidatura...

RedeDemocratica


Dom, 05 de Maio de 2013 20:31 Faleceu o companheiro Leonel Itaussu

Escrito por Da Redação

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Nosso companheiro Leonel Itaussu, ALN e um dos fundadores de nosso Instituto Rede Democrática, além de coautor da Carta Programa de minha candidatura em 2010, FALECEU esta manhã de domingo (05/05/2013) no Hospital dos Bandeirantes em São Paulo! Envio abaixo a carta que sua companheira Déa mandou contando o fato! Viva Leonel! Viva Marighella!



Por Carlos Eugênio Clemente



É com muita tristeza no coração que comunico a vocês o falecimento do meu amado companheiro Leonel.



Ele se foi agora pela manhã e ainda não temos os detalhes do local para onde será levado.



Nosso amigo Renato está providenciando esses detalhes.



Provavelmente, o velório se dará na Dr. Arnaldo. Leonel, conforme seu desejo, será cremado, provavelmente amanhã.



Agradeço a todos o carinho que sempre devotaram a ele.



Um abraço,



Dea



Nota Minha( nanda tardin) - vai-se mais uma mémoria de uma história ainda não contada...

COMISSÃO DA VERDADE, O RESGATE DA HISTÓRIA

As várias etapas da repressão, desde aquela um tanto aleatória, ao sabor dos comandantes de unidades militares, até a organização que chondor, pois chega a Operação Condor, pois a ditadura veio de longe, ao caráter traiçoeiro de boa parte dos militares, à natureza traidora, o que levou um primeiro inglês a dizer que "a guerra é muita séria para ser feita por generais", a associação a outras ditaduras que também vieram de longe, tudo isso num mundo sem guerra fria com a estupidez típica dos EUA e Israel e o Brasil escancarado à cunha do acordo de livre comércio com Israel (obra de Lula) e que se presta a muito mais, enfim, é uma tarefa hercúlea, mas fundamental, para que não sejamos tragados noutro processo, esse o de transformação em manada, pois os tempos são outros. Não é uma luta amadora, exige organização, coragem e certeza que à frente haverá a indefectível característica dos militares, que chamo de RIO CENTRO. Mas devemos isso às vítimm das, suas famílias, à coragem dos lutadores e a história. Não será com troca de ofensas, mas com equilíbrio e determinação que colocaremos os Brilhante Ulstra no seu devido lugar.

DEMOCRACIA SEM ADJETIVOS E TUTELA

Sobre esse assunto, o fracasso de muitas políticas do PT, a capacidade da direita de envenenar, os próprios erros de Lula e Dilma, nos remetem à necessidade de buscarmos nos detalhes o fato de sermos uma democracia tutelada, em que os militares permanecem à margem do processo de revisão da nossa história e o escrever de páginas reais. É só lembrar dois episódios. O general Medeiros Albuquerque, chefe do SNI e do Gabinete Militar no governo Figueiredo costumava dizer que "diretas só em 1989. O temor era Brizola e Golbery se encarregou de entregar o PTB a Ivete Vargas. Num dado momento acharam a solução, inventaram Collor a partir de um GLOBO REPÓRTER - programa da rede nacional de mentiras - e solucionaram o problema. Uma espécie de santo pronto a purificar o Brasil. Deu no que deu e vivemos hoje uma democracia do isso pode, isso não pode. É preciso reiventar a democracia, se adjetivos.

A DITADURA EXPOSTA DE FORMA NUA E CRUA E ACIMA DE TUDO INTELIGENTE

A proposta de um a grande movimento no sentido de - o mais abrangente possível - se resgate a memória e a verdade, feita pelo comandante Carlos Eugênio, tem o caráter didático, entre outros, de permear esse tecido que se permite inconsútil e impenetrável da barbárie que foi a ditadura militar. Os obstáculos encontrados para o restabelecimento da verdade, longe da história oficial serão, certamente, nesse tipo de proposta, furados, transpostos se permitirá no Brasil em que até Joaquim Barbosa acha que a mídia é concentrada em poucos veículos (grupos) e tem tendências a direita, se tenha o conhecimento real. É o primeiro passo para furar as resistências, num momento em que o governo Dilma se inclina para a direita em vários aspectos, principalmente de políticas internas, o que não a torna pior que Aécio, ou Marina, ou Eduardo Campo, etc, mas torna necessária a luta para que o movimento consciênciae verdade transponha os limites de lutadores do povo e alcance parcelas ponderáveis da população. Não há revanchismo. Revanchismo é vingança. O que existe é a busca da história, para que daqui a 200 ou 300 anos se descubra uma realidade que mantém feridas abertas e sangrando da barbárie do porão da ditadura.

A teatralização do atentado de Boston

A teatralização do atentado de Boston



Por Leonardo Boff.





Precisaria ser inumano e sem sentido de solidariedade e de compaixão para não se indignar e não condenar o atentado perpetrado em Boston, com dois mortos e centenas de feridos.



Mas, isso não nos dispensa de sermos críticos. Houve uma teatralização mundial do atentado, com objetivos ocultos que devem ser desvendados. Atentados ocorrem muitos no mundo, especialmente no Afeganistão e no Iraque, na presença das tropas norte-americanas e dos aliados. Sempre com muitos mortos e centenas de feridos. Quase ninguém dá importância ao fato, já naturalizado e banalizado. Muitos pensam: trata-se de gente terrorista ou próxima a eles, incômodos à ocupação ocidental. Que se matem. Convenhamos: são seres humanos como aqueles de Boston. Mas, as medidas de avaliação são diferentes. Sabemos o porquê.

Precisamos estar atentos ao significado político-ideológico da espetacularização do atentado de Boston. É uma forma de desviar a atenção mundial de questões muito mais fundamentais: a primeira é o estado de terror que o Estado norte-americano está impondo internamente a seus cidadãos e ao mundo inteiro. Com isso, atraiçoa o que de melhor tinha: a defesa dos direitos fundamentais. Não fechou Guantánamo, nem ratificou instrumentos internacionais importantes, como o Tratado de Roma, da Corte Penal Internacional, nem a Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José de Costa Rica). Não quer que as violações e atentados, que seus agentes perpetram pelo mundo afora para garantir o império, sejam levados àqueles tribunais.

Mas, pela ininterrupta ocupação das mídias mundiais (a nossa Globo estava em peso por lá), a propósito do atentado, os "senhores do mundo” querem desviar a atenção da segunda questão, esta sim, de consequências funestas e que pode afetar a todos: a ameaça do fim da espécie humana. Primeiro, estes "senhores” devastaram durante séculos o planeta, a ponto de ele não poder, sozinho, recuperar sua sustentabilidade. Pelos eventos extremos, dá mostras de que os limites foram ultrapassados. Em seguida, no afã de acumular ilimitadamente e dominar o processo de planetização da humanidade, montaram uma máquina de morte que ameaça a vida na Terra e pode trazer o Armagedon para a espécie humana.

Notáveis cientistas do mundo e os mais sérios teóricos da ecologia chamaram atenção para esta ameaça real. Apenas não sabemos exatamente quando e como vai ocorrer. Mas, mantido o curso atual das coisas, ela será fatal.



Michel Serres, renomado filósofo francês da ecologia, já o disse: depois de Hiroshima, Nagasaki e agora de Fukushima, a humanidade descobriu um novo tipo de morte: a morte da espécie. Sim, como Gorbachev não se cansa de repetir: podemos destruir toda a espécie humana, sem restar nenhum testemunho, com as armas químicas, biológicas e nucleares que já construímos e estocamos. Segurança? Nunca é absoluta. Lembremos Three Islands, Chernobyl e Fukushima.

Então: a nossa espécie realmente se mostrou o Satã da Terra: aprendeu a ser homicida (mata seus semelhantes), etnocida (quantos povos originários não foram liquidados?), ecocida (devastou ecossistemas inteiros) e agora pode ser especiecida (leva a própria espécie ao suicídio).

O sistema imperial vive buscando bodes expiatórios (antes, eram os comunistas; depois, os subversivos; agora, os terroristas, os imigrantes; quem mais?) sobre os quais recai o desejo mimético e coletivo de vingança. E, assim, se autoexime de culpas e de erros. Mas, principalmente, faz de tudo para que esta ameaça letal sobre a espécie humana não seja lembrada e se transforme numa consciência mundial perigosa.

Ninguém aceita passivamente um veredito de morte. Vai lutar para garantir a vida e o futuro comum. Este deveria ser o objetivo de uma governança global que exige a renúncia de uma vontade imperial que pensa só em sua perpetuação, em vez de pensar no Bem Comum da Mãe-Terra e da Humanidade. Por mais que se manipule o atentado de Boston, por quanto tempo, os poderosos ocultarão a situação dramática que pesa sobre nós? Oxalá, acordemos todos, simplesmente porque não queremos morrer, mas, viver e irradiar.


Enviado por Safrany e Arthur Gonçalves.